domingo, 26 de outubro de 2008

PETER RUCKMAN ENSINA QUE ABORTO NÃO É ASSASSINATO


Peter Ruckman é uma das figuras mais proeminentes do movimento fundamentalista. Muito mais pela atitude do que pelo conteúdo.
Sua bem conhecida defesa da Bíblia King James aliado a seu estilo apologético agressivo contra seus opositores o fizeram mundialmente reconhecido.
Nesta sexta-feira recebi a Friday Church New Notes de David Cloud onde está a manchete que é título deste post.
De minha parte aprendi a jamais colocar homens num patamar de excelência. Quem faz isso está, mesmo que não admita, honrando a criatura em lugar do criador.
Todos erramos, todos cometemos falhas, e à exemplo de minha tradução de um artigo que denuncia os graves erros de Dave Hunt : http://discernimentobiblico.blogspot.com/2008/10/dave-hunt-ensinos-e-atividades-expostas.html, devemos sempre olhar para as Escrituras, "examinando tudo e retendo o bem" (I Ts 5:21).
(Friday Church News Notes, October 24, 2008, www.wayoflife.org fbns@wayoflife.org, 866-295-4143) –
Peter Ruckman que ensinou uma série de heresias e estranhas doutrinas
(ex., toda mulher com mais de 30 anos que for para o céu terá um corpo de homem), afirma que o aborto não é assassinato.O seguinte enxerto é de um sermão sem data específica sobre Gênesis 2:
“Eu ensino que um bebê não é uma alma vivente até para vocês irmãos.
Eu sou considerado um grande herético por ensinar isso, mas se alguém se guia pela Bíblia do Rei Tiago é tido como um herético nesses dias.
E assim eu não ensino que aborto é assassinato como os irmãos crêem...
Alguns dos irmãos tomam isso como uma guerra.
Eles dizem: ‘Aborto é assassinato; aborto é assassinato.’
E mostram a você fotografias.
Estão tentando provar que se olharmos essas criaturas como uma pessoa isso seria uma pessoa.
Isso foi o que Darwin ensinou.
Você deve estar alerta sobre esse assunto.
Você pode tomar um embrião de um animal e provar que é como um embrião humano.
Isso não o torna uma pessoa. ... Agora eu garanto a você que a criança é um organismo.
Eu garanto a você que pode ser vivo e ter vida animal.
Mas se você está falando sobre uma alma vivente, eu leio em minha Bíblia e aqui não há alma vivente até que o Senhor assoprou em suas narinas o fôlego de vida. Se você sempre foi ensinado de outra maneira você terá alguns problemas sérios.
Quando todos aqueles indianos e hindus vieram a Bangladesh e Paquistão e estupraram mais de 2000 mulheres e as deixaram com 800 filhos ilegítimos, o bom núncio da igreja católica decidido a aumentar a membresia na igreja decidiu ser um terrível pecado ter qualquer tipo de aborto.
Assim eles ensinam que era a vontade de Deus que 800 mulheres fossem abusadas contra suas vontades para produzirem crianças para a Igreja Católica Romana. Eu não acredito nisso.” (Peter Ruckman, http://sites.google.com/site/ruckmantruth/).
CONCLUSÃO: Contrária a doutrina de Ruckman, a Bíblia diz que Deus forma a criança no útero (Jó 31:5, Salmos 139:15). Pode alguém se achar no direito de matar uma pessoa que Deus está formando? Deus conhecia o profeta Jeremias antes de ele nascer e João, o batista era cheio do Espírito antes do seu nascimento (Jr 1:5; Lc 1:15,41). Quer ou não, uma criança que está para nascer ser chamada alma vivente é irrelevante para o assunto e não é algo que a Bíblia trata especificamente. Que o primeiro homem veio a se tornar alma vivente até que Deus assoprou em suas narinas o fôlego de vida não significa que isso é verdade para esses que são formados no útero.

domingo, 19 de outubro de 2008

TRADUÇÃO: ORIENTAÇÕES PARA PREGADORES DE RUA


(Tradução de Definite directions for open-air preaching)
Por Gawin Kirkham

(Nota do site biblebelievers: Este artigo foi tirado do livro "The Open-Air Preacher's Handbook" escrito por Gawin Kirkham. O irmão Kirkham foi secretário da missão “Open-Air” de Londres, Inglaterra. O livro foi publicado em 1890, mas sua mensagem permanece atual para pregadores de rua de hoje)

Dizemos que um pregador de rua somente se torna um, praticando. Não duvido que isso seja correto; como a prática da natação possa ser aprendida na água. Mas como o nadador pode aprender mais facilmente por um pouco de instrução – assim o pregador de rua adquire sua capacidade mais facilmente quando ajudado pela experiência de outros. É esperado, portanto, que as seguintes SUGESTÕES possam ser úteis para esses que desejam “adquirir para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.” (I Tm 3:13).

Um líder é essencial – Alguém deve ser encarregado pelas reuniões, pela escolha do lugar, pela escolha dos hinos e por quem irá falar ao público. Não necessariamente que ele deva ser pregador praticante, ou um bom cantor, mas que ele seja hábil na organização e controle. É desejável também ter um líder de louvor, assim os pregadores não extenuam suas vozes cantando em altas notas.
“Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.” (I Co 14:40).

A escolha do lugar – Nos vilarejos do interior um ponto de pregação é mais facilmente escolhido do que nos grandes centros. As ruas de um vilarejo ou a praça (se houver) podem ser ocupadas; ou uma fazenda pode ter uma área emprestada pelos proprietários. Mas um “pregador de campo” não é mais popular como nos dias de Wesley e Whitefield. Como regra, é desejável estar perto das casas daqueles que não estão interessados em vir e, portanto, podem ouvir a mensagem de dentro delas. Mas nas cidades não é desejável escolher as vias mais ocupadas, a menos que seja um domingo, quando o tráfego é menor. Uma rua paralela à rua principal é o melhor. Grandes espaços abertos não são satisfatórios, a menos que os ajudantes sejam em bom número e os hinos atrativos. Uma passagem deve sempre ser mantida livre na calçada, assim os pedestres não são obrigados a ir para o meio da rua. Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação. (Rm 15:2).

A ordem do serviço – Se o pregador está sozinho, como Jonas em Nínive, ele pode começar lendo um capítulo da sua Bíblia, escolhendo um trecho familiar ou que chame a atenção para o seu propósito. Ou ele pode falar confidencialmente para duas ou três crianças até que a curiosidade dos adultos seja despertada e eles reúnam-se a sua volta. Ou ele pode entregar alguns folhetos evangelísticos para os transeuntes e desocupados e encoraja-los a vir e ouvir. Mas se está com auxiliares eles podem fazer melhor a chamada inicial. Então um resumo da lição pode ser lido e uma oração oferecida. Mas se as pessoas não gostarem de ficar lendo e orando, pode começar depois com um primeiro hino. Os discursos, como regra, devem ser breves – falar por dez minutos ou um quarto de hora – com música entre um intervalo e outro; e limitando a reunião por uma hora. Mas o líder instruído não deve restringir a si mesmo a deliberação definitiva para qualquer ordem de como proceder com a reunião, pois a virtude de uma reunião ao ar livre é a liberdade: “Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” (II Co 3:17).

O púlpito ao ar livre – um marco é suficiente quando se fala a um punhado de gente: mas é uma imensa vantagem ficar em um assento ou cadeira, ou sobre uma plataforma, quando ordinariamente se fala a uma multidão na rua. O pregador pode dessa maneira cuidar de sua voz e estar melhor para atender do que se estivesse no mesmo nível de onde se encontram as pessoas. O bom senso de pregadores de rua fica muito em falta quando eles não podem nesse caso prestar o serviço com suas vozes por terem que direcionar-se acima das cabeças das pessoas. Além disso, esse método é bíblico: por lermos no relato de uma grande reunião ao ar livre “na praça, diante da porta das águas” em Jerusalém, afim de que “Esdras, o escriba, estava sobre um púlpito de madeira, que fizeram para aquele fim” e, portanto, “abriu o livro perante à vista de todo o povo; porque estava acima de todo o povo” (Ne 8. 4, 5). Esta é uma observação importante, o único lugar na Bíblia onde o púlpito é mencionado; assim que o pregador de rua é regularmente intitulado para este uso na melhor autoridade.
“...Jotão, foi e pôs-se no cume do monte de Gerizim, e levantou a sua voz, e clamou...” (Jz 9:7).

O valor dos ajudantes – Um dos mais importantes vislumbres para homens e anjos é um pregador solitário, clamando como João, o batista, no deserto, “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.” (Mt 3:2). Mas o que seria mais confortante para o pregador e bom para a obra é ter um grupo de ajudantes. Alguns podem cantar e outros distribuir folhetos. Eles podem ajudar a reunir a multidão; manter a ordem entre as crianças; manter limpo o local e encorajar o pregador pela sua presença e pelas suas pregações. Começando a reunião, em vez de ficarem em um lugar à parte, ou do lado do pregador, esses ajudantes devem estar diante dele, formando assim, parte da audiência e encorajando outros a reunirem-se à volta. Mas como regra, eles não devem interferir em um distúrbio, o que é melhor feito pelo líder, nem devem permitir a entrega de folhetos na reunião enquanto ela está ocorrendo. Fatos como esses distraem tristemente a atenção dos ouvintes, embora seja um procedimento muito comum da parte dos típicos ajudantes ativos. Cristãos devem ser encorajados a estarem em reuniões ao ar livre, mesmo se não puderem auxiliar – senhoras especialmente. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mt 5:16)

A arte da atração – o pregador tem que primeiro estar seguro de si e então reter seus ouvintes. Como a “música atrai”, boas canções devem ser cultivadas e os cantores devem conhecer que a harmonia e docilidade são mais importantes que mero alarido. Senhoras rendem importante serviço em coros de rua. Solos, duetos, trios e quartetos – podem ocasionalmente ser introduzidos. Mas a música deve estar em harmonia com a pregação e não ser meramente uma bela performance para agradar aos ouvidos. Deve ser apropriado, vívido, abundante e totalmente sob o controle do líder da reunião.

A distribuição de hinários é útil em manter uma audiência junta. A exibição de uma ilustração ou diagrama é um bom modo de se diversificar. Um teclado pode ser comum em pregações ao ar livre; mas outros instrumentos podem ser mais efetivos na condução do canto. Banners também são agradáveis aos olhos; e quando eles têm o nome da igreja ou missão de onde os obreiros vieram são úteis em direcionar as pessoas para esse local. Lâmpadas colocadas estrategicamente são uma grande ajuda em reuniões após o sol de pôr; embora uma luminária de rua possa ser usada quando não se dispuser de meios próprios. Mas esses artifícios devem estar em harmonia com a regra do apóstolo: “Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.” (I Co 9:22)

A arte da pregação – quaisquer meios podem ser utilizados para atrair as pessoas, isso vai depender muito se o próprio pregador for um convidado de fora. Reservado, formal, medida, uma pregação meticulosa não acontecerá. Nem que ele possa ser chamado “um bom pregador” em lugares fechados necessariamente se faça externamente. Vida, fervor e energia são essenciais, como a pólvora é essencial para carregar o tiro. Há diversos estilos para pregadores de rua o qual podem somente ser adquiridos pela prática. A tentação do pregador é confiar demais em seus impulsos e nas circunstancias e assim negligenciar sua base de estudos. Mas se ele quiser ter êxito terá que estudar e seus estudos devem incluir livros e homens e o mundo. A exortação de Paulo a Timóteo é muito importante para pregadores de rua tanto quanto para pregadores regulares: “Persiste em ler, exortar e ensinar,... Não desprezes o dom que há em ti... Medita estas coisas;” (I Tm 4:13-15).

A Bíblia na rua – O pregador deve sempre estar armado com a Palavra de Deus, manejada pelo poder do
Espírito Santo. Não obstante, a Bíblia deve ser usada frugalmente na rua. A lição deve ser lida dela; mas pregando, o melhor é citar do que sempre dar capítulos e versículos, especialmente se isto envolve folhear demasiadamente suas páginas. Há um poder magnético nos olhos humanos; e raramente deve o pastor desviar seus olhos dos seus ouvintes se ele quiser reter a atenção dos mesmos. Mas o pregador que tem grande conhecimento da Bíblia e destreza para citar textos apropriados corretamente em outras coisas semelhantes terá igual sucesso. É conveniente jovens pregadores compreenderem esta lição e como isto os encorajará a posteriormente falar nas ruas. Esses que desejam ser instrumentos do Senhor para salvar almas devem prestar atenção ao comissionamento do Senhor a Ezequiel: “Mas tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir, pois são rebeldes.” (Ez 2:7).

O cuidado com a voz – Mas enquanto a Palavra de Deus é pregada, a voz humana é o agente pelo qual ela atinge as pessoas. Como muitos livros estão sendo escritos sobre a arte de falar! E como ainda há tão poucos pregadores efetivos! A voz é rapidamente danificada a céu aberto a menos que seja usada com cuidado. Geralmente o jovem pregador começa em tons altos. Ele se esquece do aviso:
“Comece baixo, fale devagar;
Almeje o alto, inflame-se.”


Sabendo disso, John Wesley disse aos seus pregadores: “Pelo amor de Deus, não gritem.” Não há dúvida que o moderado e sóbrio uso da voz ao ar livre fortalecem-nos como também o peito do pregador. Ainda há tempos quando, devido a alguma condição do corpo ou do clima, ou ambos, a voz do pregador falha. É loucura continuar usando-a. Deveria descansar; e somente depois retornar. Ou se acontecer de ficar um pouco rouco ao falar, isto pode ser recuperado cantando, tomando o cuidado de cantar na parte em que é mais cômoda. Spurgeon tem uma valiosa leitura “A Voz” em sua obra “Lições aos meus Alunos”. “Se pregadores compreendessem as dificuldades em anunciar suas palavras mais distintamente, eles falariam de longe com menos labor e com mais efeito.” “Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta...” (Is 58:1).

O cultivo da Reverência – É verdade que não vamos às ruas para adorar, mas proclamar o Evangelho; contudo, se “nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.”(II Co 4:2), devemos ser reverentes neste templo ao ar livre, tal como em um edifício consagrado. Isto é melhor realizado na presença do Senhor. “... e eis que eu estou convosco todos os dias,” (Mt 28:20). E Sua presença nos previne do espírito de leviandade e superficialidade, que são tão lamentáveis! E são tão comuns em assembléias ao ar livre, tanto na parte de quem prega como na parte de quem auxilia. E esta presença produziu um maravilhoso efeito na reunião “na praça, diante da porta das águas”, como descreveu Neemias 8:6, quando o povo inclinou “suas cabeças e adoraram ao Senhor, com os rostos em terra.”

Como lidar com interrupções – Mesmo com a melhor organização e os procedimentos mais prudentes, interrupções ocorrerão. Se a polícia interferir, é mais conveniente ceder do que ter uma disputa por nossos direitos.
Se uma rua é bloqueada, a polícia pode interferir em virtude da autoridade neles investida; mas até mesmo se eles estiverem errados, é melhor o pastor reclamar aos seus superiores do que discutir com eles na presença de uma multidão, haja vista que ele representa o Evangelho da Paz. Se um chefe de família reclama, sendo porém frívola a objeção, a polícia é chamada para remover o pastor em tal reclamação que é feita. Ele não pode ser legalmente preso, mas ele pode ser chamado diante de um magistrado por resistir a autoridade legal. Se um bêbedo interferir, é geralmente inútil discutir com ele. A polícia deveria proteger o pastor removendo-o; mas às vezes um ajudante bondoso pode o persuadir a sair.

Se a interrupção é feita por um papista ou por um membro de uma outra seita qualquer, isso significa discussão; e se o pastor começar uma discussão, a pregação termina. Homens que estudaram estas perguntas em todos seus pontos podem discutir; para quem está do lado da verdade nada tem que temer do erro; mas o pregador excepcional mostra a sua sabedoria continuando a sua pregação e recusando a discussão. “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas.” (Mt 10:16)

Conclusão: (Ec 12:13). O objetivo e o fim da pregação é a glória de Deus e a salvação de pecadores, esses métodos devem ser exercidos, o que deve provavelmente produzir tal fim. Oração, pregação e perseverança são maravilhosas bençãos de Deus. Se um plano falha, outro deve ser tentado. Jovens pregadores não devem se desencorajar, antes, devem ter algum tempo para poder determinar a questão se o Senhor tem a intenção de usá-lo como um pregador de rua ou não. Eles deveriam instar a tempo e fora de tempo, buscando tirar tições fora do fogo. O sucesso será atingido mais provavelmente conectando a reunião ao ar livre com uma em recinto fechado.
A orientação é: “Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.” (Lc 14:23). E enquanto algumas sementes (para mudar a figura) podem cair pela margem da estrada, ou em pedras, ou em terrenos espinhosos, outras caíram em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta (Mt 13:8).

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Tradução de “Affliction and Glory” capítulo 15 do livro Comfort for Christians de A.W. Pink



"Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;" (II Co 4:17)

Estas palavras nos oferecem uma razão por que não deveríamos desfalecer sob as aflições nem ser subjugados por infortúnios. Elas nos ensinam a olhar para as aflições do tempo sob a luz da eternidade. Elas afirmam que as presentes desgraças do cristão exercem um efeito benéfico no homem interior. Se estas verdades fossem agarradas firmemente pela fé elas mitigariam muito da amargura de nossas tristezas. “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;" Este verso estabelece uma gloriosa antítese, contrastando nosso estado futuro com nosso presente. Aqui há "aflição", lá há "glória." Aqui há uma “leve aflição", lá uma "glória mui excelente." Em nossa aflição há leviandade e brevidade; é uma aflição leve, mas é por um momento; em nossa glória futura haverá solidez e eternidade! Descobrir a preciosidade deste contraste permite-nos considerar separadamente, cada parte, mas na ordem inversa da menção.
1. "um peso eterno de glória." É significante saber que a palavra hebréia para "gloria"-kabod - também é "peso". Quando o peso do ouro é acrescentado de pedras preciosas isto aumenta o seu valor. A felicidade do céu não pode ser contada nas palavras terreais; expressões figurativas são melhor calculadas para transmitir algumas visões imperfeitas a nós. Aqui em nosso texto um termo é empilhado sobre outro. O que espera o crente é "glória" e quando dizemos que uma coisa é gloriosa nós alcançamos os limites do idioma humano para expressar o que é excelente e perfeito. Mas a "glória" que nos espera está pesado, sim é “mais excelente” que qualquer coisa terrestre e temporal; seu valor desafia os cálculos; sua excelência transcende além da descrição verbal. Além disso, esta glória maravilhosa que nos espera não é evanescente e temporal, mas divina e eterna; não pôde ser "eterna" a menos que seja divina. O grande e santo Deus vai nos dar o que é digno dEle, sim, tal qual como ele é, infinito e eterno.
2. "nossa leve e momentânea tribulação." (1) "tribulação" é a sina comum da existência humana; "Mas o homem nasce para a tribulação, como as faíscas se levantam para voar." (Jó 5:7). Isto faz parte do vínculo do pecado. E não se encontra uma criatura caída que deva estar perfeitamente feliz em seus pecados. Nem as crianças estão isentas; "pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus." (Atos 14:22). Por uma estrada difícil e acidentada Deus nos leva a glória e a imortalidade. (2) nossa tribulação é "leve." Tribulações muitas vezes não são leves, são pesadas e dolorosas; mas elas são comparativamente leves! Elas são leves quando comparadas com o que nós realmente mereceríamos. Elas são leves quando comparadas com os sofrimentos do Senhor Jesus. Mas talvez a real leveza delas seja melhor vista comparando-as com o peso de glória que está nos esperando. Como disse o mesmo apóstolo em outro lugar, “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” (Rom. 8:18). (3) "Que é por um momento. Se nossas tribulações deveriam continuar ao longo de uma vida inteira e essa vida fosse igual em duração como o foi para Matusalém, contudo, isto é momentâneo se comparado com a eternidade que está diante de nós. No máximo nossa aflição é para esta vida presente, que é como um vapor que aparece por um pouco de tempo e então desaparece. Oh, que Deus nos permita examinar nossas aflições na verdadeira perspectiva delas.
3. Note a conexão agora entre os dois. Nossa leve tribulação que é para um momento, produz " para nós um peso eterno de glória mui excelente;" O presente está influenciando o futuro. Não é para nós argumentarmos e filosofarmos sobre isto, mas submeter-se a Deus a Sua Palavra e crer nisto. Experiências, sentimentos, observação da vida dos outros podem parecer negar este fato. Aflições muitas vezes só parecem nos amargurar e nos fazer mais rebeldes e descontentes. Mas deixe-me lembra-lo que aflições não são enviadas por Deus com a finalidade de purificar a carne: elas são intencionadas para o benefício do "novo homem." Além disso, aflições nos ajudam a nos preparar daqui por diante para a glória. Aflição afasta nosso coração do amor pelo mundo; nos faz almejar mais por aquele tempo em que seremos tirados deste mundo de pecado e tristeza; nos permitirá apreciar as coisas que Deus tem preparado para os que O amam. Então aqui é o que a fé é convidada a fazer: colocar em uma balança a aflição presente, no outro, a glória eterna. Eles merecem ser comparados? Não, realmente. Um segundo de glória vale mais do que o contrapeso uma vida inteira de sofrimentos. O que é anos de labuta, de doença, de lutar contra a pobreza, de perseguição, sim, da morte como um mártir, quando pesado contra as glórias que estão à mão direita de Deus que é eterno! Uma respiração no céu extinguirá todos os ventos adversos da terra. Um dia na Casa do Pai vale mais que o contrapeso dos anos que nós passamos neste triste deserto terreno. Que Deus nos conceda fé que nos habilite a esperançosamente nos agarrarmos a esse futuro e viver alegremente no presente com esta promessa.
A.W. Pink, 1952

sábado, 4 de outubro de 2008

DAVE HUNT ENSINOS E ATIVIDADES EXPOSTAS


Não é uma tarefa agradável de nenhuma maneira expor os erros de alguém. Ainda mais se esse alguém for um cristão que goza de grande estima entre os fundamentalistas.
Mas como cristãos bíblicos devemos acima de tudo olhar para as Escrituras e obedecer com todo o nosso entendimento e com todas as nossas forças ao mandado do Senhor, o que inclui não fazer vistas grossas ao erro, antes, trazer a luz da verdade as obras erradas daqueles que andam se desviando do caminho que Deus determinou que cada crente andasse (I Co 11:19).
É certo que nos decepcionamos com as atitudes das pessoas, mas devemos ser equilibrados o suficiente para separar as coisas e ter em mente que por melhores que sejam, todos falham em alguma área da vida.
Aqui mais do que nunca vale a admoestação do Senhor a que “examinemos tudo e retenhamos o bem” (I Ts 5:21).



Por Biblical Discernment Ministries:

Dave Hunt nasceu em 1926. Inicialmente foi membro da igreja dos irmãos Plymouth. Possui graduação em matemática e fez carreira como consultor em administração. Durante esse tempo ele se envolveu em numerosos campos ministeriais, em especial nos voltados para estudantes estrangeiros.
No começo de 1973 Hunt tornou-se ministro em tempo integral. Ele é autor e co-autor de mais de 30 livros que tratam da cultura ocidental, religião e da própria igreja, do oriente bem como psicologia e filosofia da auto-estima, pensamento novaerense, ecumenismo entre católicos e protestantes e outros ensinos heréticos.
Mais de três milhões de cópias dos livros de Hunt já foram vendidos e tem sido traduzidos para muitos idiomas. Hunt já atendeu a numerosos convites para falar em diversos países. É um freqüente convidado para programas de rádio e tv (bem como co-anfitrião em seu próprio programa de rádio) e tem se engajado em muitos debates com apologistas católicos. A organização de Hunt publica uma newsletter mensal, a The Berean Call (A Chamada Bereana), que possui mais de 25000 assinantes.

Dave Hunt não é um arminiano “cinco pontos” (ele diz que acredita na perseverança dos santos), mas é claramente arminiano no que diz respeito ao papel do homem na salvação. Em Whatever Happened to Heaven? Hunt vai longe ao dizer que qualquer que negar a liberdade do homem na salvação está blasfemando do caráter de Deus. O pano de fundo de Hunt é: se você não é arminiano, você é um blasfemador! (Mais tarde, em 2002, Hunt publicou outro livro pró-arminianismo, What Love Is This?: Calvinism's Misrepresentation of God -Que Amor é Esse?: Calvinismo uma falsa representação de Deus- e é a marca de Hunt em sua “defesa do caráter de Deus.”). Hunt tem palavras amáveis para falsos mestres como Billy Graham e Bill Bright do que para aqueles que estão firmados na doutrina da soberania de Deus na salvação! (Hunt reiterou suas “blasfêmias” e/ou “malignidades” do caráter de Deus em maio de 2002 e setembro de 2005 e publicadas na TBC (The Beream Call) e novamente em What Love Is This?. Além do mais, na seção Q&A (perguntas e respostas) de setembro de 2005 da TBC, Hunt declara que esses que discordam de sua teologia arminiana são réprobos!)
Em um artigo de fevereiro de 2001 da Chamada Bereana chamado “What a Sovereign God Cannot Do” (“O que a soberania de Deus não pode fazer”), Hunt põe a mostra toda a sua teologia arminiana, i.e, que Deus abre mão de sua soberania permitindo ao homem escolher a salvação; que o homem não é totalmente depravado, mas capaz, sem qualquer intervenção de Deus de fazer uma livre escolha para “aceitar” a Cristo (i.e. regeneração pela decisão) que Deus não pode violar a liberdade do homem em escolher ou rejeitar a Cristo; que Deus é totalmente incapaz de conceder o dom da salvação a qualquer homem, a fim de que o homem seja aceitável e aceite o dom. Dave Hunt tem negado totalmente o milagre da salvação, mudando do milagroso ato da soberania de Deus para a capacidade de escolha supostamente racional e lógica do homem.
A confiança de Hunt na soberania do homem na salvação (o qual claramente nega a Soberania de Deus) é mais bem resumida em uma declaração feita por ele em março de 2001 à TBC:
"Uma vez admitido que o homem tem uma vontade, é impossível manter de igual modo alguém em escravidão ou explicar como foi permitido a ele se excluir por sua própria escolha. Ninguém é feito inclinado (a Deus) contra a sua própria vontade, mas deve ter a propensão para ser feito uma nova criatura."

Dave Hunt não acredita em um inferno literal. (N.T.: Em artigo traduzido por mim do site way of life, há a exposição desse assunto pelas palavras de David Cloud. Tal artigo está disponível no boletim solascriptura-tt nesse link: http://br.groups.yahoo.com/group/solascripturatt/message/3870

Em todo lugar em que é preletor, Hunt é totalmente omisso em relação à doutrina da separação bíblica. Ele diz: “Em primeiro lugar, eu falaria no Vaticano se fosse convidado e permitido expor o Evangelho claramente em contraste com o falso Evangelho do Catolicismo Romano”. Soa correto, não é? Billy Graham também disse isso, assim Hunt repete isso agora. Mas esta analogia não é boa a menos que você na verdade corrija os erros desses que você irá pregar antes! Quando Hunt falou na igreja de John MacArthur ele fez alguma admoestação a MacArthur sobre a questão do sangue de Cristo, ou sobre as associações ecumênicas de MacArthur, ou sobre os ensinos de conceitos psicológicos de MacArthur? Não, ele não fez. Assim, o argumento de Hunt que ele iria repreender as falsas doutrinas não foi seguido quando ele foi à igreja de MacArthur. Hunt falha totalmente em atentar para seus próprios conselhos.

Uma vez falando pessoalmente com Hunt eu perguntei por que ele continuava a falar na Word of Life (WOL) quando pessoas como Chuck Swindoll eram convidadas para o mesmo púlpito. Ele me cantou a mesma letra: “Contanto que eles não restrinjam o que eu disser, eu falarei em qualquer lugar.” Eu tentei mostrar que a WOL não precisa restringi-lo; ele se restringia a si mesmo (tal como fez no púlpito da igreja de MacArthur). Eu perguntei a ele se caso fosse convidado a voltar ao púlpito da WOL ele pensaria na hipótese de repreendê-la publicamente por ter um psicólogo extremista (Swindoll) falando por três dias seguidos imediatamente depois dele (Hunt)? Sua resposta foi: “Você é um homem duro, Rick” (significando, eu suponho, que eu tenha um espírito crítico).

O pano de fundo é: Dave Hunt é totalmente incapaz de aplicar a doutrina bíblica da separação. Sua aplicação de II João 9-11 é somente para separação de um ensino que especificamente diga: “Eu afirmo que Cristo NÃO veio em carne,” que nos restringe de ter comunhão, eu suponho, somente de alguém como um bispo Spong (N.T.: bispo da igreja episcopal conhecido por suas posições progressistas) ou outros liberais dessa mesma laia. Alguém tem que perguntar também o que significa “permanecer na doutrina de Cristo”? O que é a doutrina de Cristo? Considerando que a Bíblia ensina que Cristo é a Palavra Viva, TODAS as doutrinas da Bíblia compõem a “doutrina de Cristo”. Quais doutrinas Hunt está disposto a excluir a fim de querer fazer entrar no Reino irmãos professando desobediência sob II João 7-11?

Aqui há outro bom exemplo de como Hunt está falhando em praticar a doutrina bíblica da separação: ele é integrante do conselho da ECFC, ExCatholics for Christ (ex-católicos por Cristo) e tem falado em seus encontros anuais (incluindo o encontro referido acima na igreja de MacArthur). A ECFC tem permitido a pentecostais e carismáticos participarem livremente da sua plataforma. Um orador declarou em 1989: “Eu tenho que considerar ser genuína a experiência de ser batizado no Espírito Santo e depois ter a experiência de falar em línguas.” Apresentando um fórum carismático, ainda que ele não tenha usado a ocasião para ensinar esse erro, é uma pratica danosa. Esses que acreditam em obras para serem salvos ou para manter-se salvo são como os perdidos católicos romanos que é o povo que a ECFC está buscando trazer para Cristo. A denominação que acredita que o falar em línguas é necessário como evidência de salvação está caindo na mesma armadilha do catolicismo (Fonte: 2/1/99, Calvary Contender.). (Entre julho e agosto de 2001, a revista Foundation revelou em primeira mão: “É desanimador relatar que Henry Morris, fundador do Institute for Creation Research, e Dave Hunt, editor da Beran Call, juntaram-se com a Capela do Calvário fundada por Chuck Smith recentemente para uma conferência bíblica chamada “Sabedoria das Eras”... isto é um lamentável compromisso de emprestar seu nome à teologia carismática e ecumênica empreendida pelo movimento da Capela do Calvário. “A Foundation disse que o compromisso ocorreu quando esses homens juntaram-se num esforço ministerial com Smith, “que aderiu ao falar em línguas e outros dons revelados e sentidos nos campos carismáticos e neo-evangélicos.” (Fonte: 15/9/01, Calvary Contender.)

Parece ser um fato de pouca importância saber que Hunt NÃO é um cessacionista (alguém que acredita que o cânon das Escrituras não só está fechado, mas também que novas revelações de Deus já não estão sendo dadas). As raízes de Hunt são o pentecostalismo, do qual ele nunca se desligou totalmente. Seus laços mais íntimos são com Chuck Smith e a Capela do Calvário, uma denominação “moderadamente” carismática (algo contrário ao hiper-carismatismo). Hunt acredita no dom de línguas e que todos os dons do Espírito Santo são para hoje, mas alerta que línguas são fáceis de fingir e podem ser perigosamente enganadoras (10/87, Eternity). Em seu testemunho, ele descreve sua experiência de ser batizado no Espírito Santo e de falar em línguas (Christian News 7/14/86). O Heritage Herald de 10/87 teve Hunt na lista de convidados no clube PTL (N.T.: entidade pentecostal interdenominacional). (Hunt foi excomungado dos irmãos Plymouth em 1966 por ser pentecostal - especificamente por defender o falar em línguas e outros dons do Espírito Santo para hoje. Hunt ainda alegou que foi afastado por falar inflexivelmente a verdade bíblica e que os irmãos não quiseram ouvi-lo. O relato completo dessa história está no livro de 1972, Confessions of a Heretic (Logos International, 216 pgs.), especificamente no capítulo 18, “O inicio das heresias de Hunt.” em Confessions, Hunt apresenta suas reivindicações de um número de experiências carismáticas incluindo “línguas” e o ouvir Deus em uma “voz audível”, e diz: “fiquei na plataforma em que multidões afluíam a Kathryn Kuhlman no Shrine Auditorium e assisti milagres acontecerem ao redor de mim até que eu quase não pude acreditar com meus próprios olhos" (Confessions, pp. 185,186). Hunt afirma que isto foi durante o período de sua vida em que ele formou seu “sistema de teologia”. (Confessions, p. 214) e que esse “sistema” parecia ainda estar infectando seus pensamentos e escritos.)

Hunt não somente acredita em línguas, ele aparentemente retém a visão pentecostal/carismática de revelação. Hunt é apoiador de Henry Blackaby, provavelmente por causa da visão de Blackaby de revelação ser muito similar a sua. Hunt é um carismático moderado, Blackaby batista místico (alguns chamam isso de “batiscostal”). (Dave Hunt nega veementemente ser chamado de um não-cessacionista como esse termo é definido em relação ao cânon da Escritura que está fechado. Mas em termos práticos, é o que precisamente ele endossa com seu apoio a Blackaby). O ponto que ambos, Hunt e Blackaby defendem de uma visão aberta da revelação – Deus ainda faz revelações hoje – não o contrário, mas definitivamente à parte, das Escrituras. Dessa maneira, tal posição deve levar ao erro de doutrina e prática, mas o mais importante, ela não é bíblica.

Em março de 1997, na Berean Call, um leitor fez a Dave Hunt a seguinte pergunta:
“Como um cristão evangélico conservador e pastor batista sulista eu fiquei preocupado com o que você escreveu (em janeiro de 97) que somente 55% dos delegados da Convenção Batista do Sul (SBC) de Louisiana em novembro votaram que a Bíblia é inerrante! Por que os ativistas cristãos não mostram preocupação por esta incredulidade que eternamente condena almas? Senhor Hunt, você está tentando dizer que 45% desses delegados da SBC em Louisiana estão a caminho do inferno e acreditam na doutrina da inerrância como pré-condição para salvação...? Por favor, clarifique sua posição na próxima edição do TBC (The Berean Call). ... Eu questiono a sua justiça e integridade ao acusar um grupo de pessoas de estar em incredulidade, heresia, e apostasia plena, rejeitando a doutrina da inerrância."

Dave Hunt respondeu ao leitor como segue:
“Eu sinto muito se o que eu escrevi foi mal entendido. Eu não pretendi transmitir a idéia que os Batistas do Sul que negam a inerrância das Escrituras estão necessariamente perdidos. Se eles acreditam pelo Evangelho que eles são eternamente salvos. O que eu intencionei transmitir foi a idéia que uma negação da inerrância põe o próprio Evangelho em questão. Se a Bíblia não é totalmente verdadeira então quem pode decidir quais partes são válidas e quais não são? Uma negação da inerrância poderia proporcionar aos incrédulos uma desculpa para rejeitar o Evangelho e assim condenar as suas almas. Não, eu não intencionei dizer que 45% dos que rejeitam a inerrância são “uns descrentes, heréticos e apóstatas”, mas acredito que negar a inerrância é um grande passo na direção de tudo isso”. (Ênfase adicionada).

Se alguém me fizesse essa pergunta eu responderia que esses que negam a inerrância estão de fato indo para o inferno. Sem crer na inerrância das Escrituras, a crença no Senhor Jesus Cristo torna-se sem sentido. Em Apocalipse 19, um dos títulos do Senhor Jesus Cristo é a Palavra de Deus. Ele também é referido como a Palavra em João 1. Eu diria que PELO MENOS 45% desses delegados da SBC da Louisiana e possivelmente muito mais que esses estão indo para o inferno. A pessoa tem que querer saber: o que Dave Hunt pensa do mundo? (Fonte: The Proclaimer; edição #2, 1997.) (Mas isto é típico de Hunt – ele regularmente expõe os falsos ensinos e atividades ecumênicas de conhecidos líderes cristãos e então nos diz que esses mesmos falsos mestres são nossos irmãos em Cristo. Em nenhuma parte da Bíblia há alguma sugestão que um homem possa ser simultaneamente um falso mestre e um crente em Cristo).

Um pastor escreveu em relação ao livro para crianças de Dave Hunt, The Money Tree (ilustrado pela irmã de Hunt):
“Eu decidi honestamente enviar de volta para você esse livro. A principal razão de eu estar o enviando de volta é porque lemos somente uma coisa para nossas crianças que é a Bíblia. Portanto, nós simplesmente não usaremos esse seu livro. ...Eu poderia também mostrar na terceira ilustração do livro o sonho que o garoto teve sobre “uma árvore mística, mágica e maravilhosa”. Também na segunda e décima terceira há algo como figuras em um desenho de uma manhã de sábado encenado com “heróis do futuro” sobre isso. Não há referência para a imagem no texto do livro. Eu desejo saber o porquê disso.

- Na seção de Q&A (perguntas e respostas) da TBC de janeiro de 2000, há uma pergunta em relação ao livreto de Hunt "The Nonnegotiable Gospel,"com a preocupação de que a palavra "arrependimento" não pôde ser encontrada. A resposta de Hunt era que as palavras "se arrependem", "arrependimento", ou "se arrependeu" não é achado no Evangelho de João, nem qualquer coisa específica sobre arrependimento no evangelho como Paulo define em I Coríntios 15, e que arrependimento não é o tema principal do Novo Testamento. Então, Hunt argumenta que arrependimento não requer articulação porque está implícito em acreditar no evangelho, e, portanto:

"... desde que a Bíblia não especifica arrependimento como parte do evangelho que por meio dele são salvos os pecadores, eu não ouso fazer tal desafio. Eu não estou dizendo que poderia não ser bom pregar arrependimento no “The Nonnegotiable Gospel”, mas requereria uma explicação considerável. Não requerer arrependimento pode causar um pouco de confusão? O que significa exatamente arrependimento? Como o completo arrependimento deve ser? A pessoa tem que se arrepender de todo pecado cometido? Ele está então sob a obrigação de viver uma vida acima de todo pecado? Isto poderia pôr um fardo no pecador que ele não poderia agüentar, enquanto ainda não percebendo que Cristo lhe dá a força de viver uma vida nova? Eu não tinha omitido nenhum arrependimento conscientemente, mas eu penso que é melhor deixar desse modo."

[Comentário do Editor da Voice in the Wilderness: A Bíblia não ensina isto (?), então eu não devo "ousar desafiar o pecador a que se arrependa (?); "também isto está confundindo" as pessoas (?). Quando Dave Hunt se recusa a pregar este fundamento inegociável da doutrina de salvação, que Jesus ordenou que “arrependimento e a remissão dos pecados” deveria ser pregado “em Seu nome” (Lc. 24:47), Hunt está pregando um "outro evangelho." Ele está sugerindo essencialmente que Jesus estava errado quando ordenou que arrependimento fosse pregado. "Perdão de pecados" não é a essência de como a pessoa é salva? Jesus não colocou "arrependimento" dentro do mesmo contexto? Ele não ordenou que fosse pregado? Sim, Hunt admite que tal coisa como "arrependimento" existe. E ele está bastante correto quando diz que muitas vezes a palavra atual "se arrepende" poderia não aparecer--que é "inerente" (incluído ou compreendido) no "resto" do processo de salvação--mas sugerir que a Bíblia não diz que arrependimento é parte da salvação, ou que nós "ousamos não pregar isto, que é "melhor deixar [fora]", quando qualquer um que leu uma quantia escassa da Bíblia até mesmo vê o conceito que PROLIFERA na Bíblia e os argumentos de Deus para "Virar! Voltar-se [se arrependa] de seus maus caminhos, por que razão você morrerá...? " (Ezequiel. 33:11), é um "outro evangelho." Além disso, a confusão de palavras de Hunt indica que ele verdadeiramente está confuso sobre o que é arrependimento. Ele parece ver isto como uma "obra", em vez de um "lugar" ao pé da cruz de Cristo.]

[Pós-escrito: Em uma carta de 2/4/00 Dave Hunt, diz, "Nem o Apóstolo João nem o Espírito Santo apresentaram adequadamente o evangelho em sua totalidade. Na realidade, se eu o entendo corretamente, Jesus não apresentou o evangelho corretamente a Nicodemus, ou para a mulher samaritana, ou para os homens cegos, ou para Zaqueu, etc. A propósito, Zaqueu se arrependeu sem que Jesus lhe dissesse que se arrependesse. Como eu tentei dizer, eu acredito que arrependimento é inerente no evangelho para esses que acreditam nisto."

Em outras palavras, de acordo com Dave Hunt, você pode se arrepender não se arrependendo de fato, porque é inerente no evangelho que você já acreditou (embora você possa não ter tido isto expresso a você como tal)??

A pessoa só pode supor que Hunt não está familiarizado com as seguintes passagens da Bíblia:

Marcos 2:17 – “E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento.”

Lucas 15:7 – “Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.”

Lucas 24:47—“E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.”; ou Atos 26:20 – “Antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento.”; ou

II Coríntios 7:8-10—“Porquanto, ainda que vos contristei com a minha carta, não me arrependo, embora já me tivesse arrependido por ver que aquela carta vos contristou, ainda que por pouco tempo.
Agora folgo, não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus; de maneira que por nós não padecestes dano em coisa alguma.
Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.” ou

Hebreus 6:1—“Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus,”; ou

II Pedro 3:9 – “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.”

- Dave Hunt também demonstra uma inclinação favorável para a EC ("O Evangelho de Jesus Cristo: Uma Celebração Evangélica").
(N.T.: Trata-se de um documento firmando um pacto entre lideranças das mais diversas correntes cristãs).
O editor da Voice in the Wilderness escreveu uma carta à TBC em relação a isso: Em 7/99 O boletim informativo Berean Call, TBC, expressa a sua "... emoção a ler [da EC] afirmações do verdadeiro evangelho...” Dave Hunt, nem qualquer outro membro da TBC alguma vez respondeu àquela carta da Voice in the Wilderness. A TBC só se interessa por documentos que pareçam ser dos "camaradas" que os subscrevem. Caso contrário, Hunt aparentemente concorda com esses que endossaram o conteúdo do documento da EC.

Dr. Bill Jackson, presidente da Associação de Fundamentalistas que Evangelizam católicos (AFEC), preparou uma declaração em 18/6/99 no documento da EC (o texto completo da EC está na Christianity Today de 14/6/99). Este documento foi endossado por Charles Colson, Bill Bright, e J.I.Packer, todos que também assinaram o controverso documento da ECT de 1994 e 1997; como também endossado por R.C. Sproul, John MacArthur, e D. James Kennedy, todos de quem publicamente [embora debilmente] recusaram e criticaram aqueles que assinaram os documentos da ECT. Há várias declarações neste último documento que lida com áreas que não foram negociadas completamente nos documentos anteriores da ECT (por exemplo, imputação é negociada agora favoravelmente, mas foi constantemente contrária aos concílios católicos e seus catecismos). A EC diz, "Nós não podemos abraçar qualquer forma de indiferença doutrinária pelo qual a verdade de Deus seja sacrificada para uma falsa paz." Mas nenhum exemplo melhor de "indiferença doutrinária" que o próprio documento da ECT (Tiago 1:8)! Porque a ECT I declarou que "evangélicos e católicos são irmãos e irmãs em Cristo", para ser pertinente, o novo documento da EC deve ser submetido aos católicos que assinaram o ECT I e II. É difícil ver como uma pessoa poderia subscrever a ECT e EC. A única conclusão lógica é para todos que assinaram a EC remover os seus nomes da ECT.

Também parece que os denominados endossantes "evangélicos" da ECT “foram deixados fora do gancho" por críticos anteriores como Dave Hunt. Acreditamos que a EC será usada para reabilitar esses que erraram em 1994 e 1997, sem ter o que admitir ou pedir perdão pelos seus erros. (Fonte: Calvary Contender 7/15/99) [Outros endossantes "evangélicos" da EC entre os 15 membros do Comitê de elaboração e 114 membros do comitê de endosso incluem John Ankerberg, Kay Arthur, Tony Evans, Jerry Falwell, Bill Hybels, David Jeremiah, Max Lucado, Woodrow Kroll, Tim & Beverly LaHaye, Erwin Lutzer, Bill McCartney, Luis Palau, Pat Robertson, Ronald Sider, Charles Stanley, John Stott, Joseph Stowell, Chuck Swindoll, Bruce Wilkinson, e Ravi Zacharias; também endossando a EC estavam os hiper-carismáticos Jack Hayford e Steven Strang.]

Porém a ignorância de Dave Hunt e os membros da EC parecem concordar em tudo isso, estando Hunt "emocionado" com o documento que a EC lhe fez à parte de suas conseqüências. Também é importante notar que o documento da EC (o qual é suposto uma declaração definitiva e inclusiva do verdadeiro Evangelho de Cristo), nunca menciona arrependimento para salvação (soa familiar, Dave? --veja o item "arrependimento" acima), e nunca menciona a depravação total de homem (apoiando assim um evangelho de regeneração baseado na “decisão”). Não é maravilha saber que Dave Hunt está "emocionado" com o documento da EC.

Além disso, a EC promove uma unidade ecumênica (por "empreendimentos cooperativos trans-denominacionais") com todos os que professam ser crentes atestando que a EC é "essencial" à fé. Mas esta não é a unidade da fé ensinada em Efésios. Enquanto nós somos instruídos através da Bíblia a ser de uma só mente, o evangélico de hoje zomba da idéia da verdadeira unidade Bíblica baseado em acordo completo com, e submissão para, a santa Palavra de Deus. O único uso da palavra "unidade" no Novo Testamento em relação aos crentes é achado em Efésios capítulo quatro. É uma "unidade do Espírito" (v. 3), não de homens. É uma "unidade da fé" (v. 13) baseado na sã doutrina para a qual os crentes estão a batalhar, não derrubando nem as reclassificando em essenciais e não-essenciais (Judas 3). Nenhuma unidade espiritual verdadeira pode existir aparte da unidade doutrinária e devemos notar “os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles.” (Rom. 16:17).

- Vendo o roteiro de preleções de Hunt impresso a cada mês nos boletins informativos da sua TBC, notando os "nomes" de alguns lugares onde ele fala, a pessoa deseja saber "como" ele ganha entrada em lugares que parecem ser alguns dos mesmos que ele "aponta" nos seus escritos como fazendo parte da apostasia e de falsos ensinos para a igreja. As igrejas do movimento Capela do Calvário caem nesta mesma categoria. Embora Dave Hunt fosse um orador freqüente nas igrejas do movimento Capela do Calvário (quase no começo do seu ministério), uma olhada nos seus roteiros de preleção nos boletins informativos da TBC de 12/99 e 1/00, a pessoa pensaria que Hunt se tornou agora um oficial no âmbito da Capela do Calvário. (O TBC de 3/01 teve o roteiro de Hunt de 9 de março a 20 de maio de 2001--mais do que na primeira vez que Hunt aceitou um compromisso de estar na lista de oradores convidados da Capela do Calvário. O TBC de 11/02 teve o roteiro de Hunt de 13 a 17 de novembro de 2002--sete de cada dez compromissos de Hunt eram marcados para igrejas Capela do Calvário ou programas de rádio. O TBC de 12/02 teve o roteiro de Hunt de 15 de janeiro a 23 de fevereiro de 2003--quatro de sete compromissos de Hunt eram marcados para as igrejas Capela do Calvário. Nós poderíamos continuar sem parar--a partir de 12/06 os compromissos de Hunt continuam sendo predominantemente na Capela do Calvário que patrocinou os eventos.) As Capelas do Calvário são muito ecumênicas e permitem experiências carismáticas não bíblicas. Também John Wimber, fundador do movimento Vineyard, era do movimento Capela do Calvário. Falando nestes foros da Capela do Calvário, Hunt está pondo o seu imprimatur nos seus erros, porque os que observam as suas ações entendem que se apóia o que eles fazem (e aparentemente ele faz).

O relato seguinte é um resumo da experiência do editor da Voice in the Wilderness quando ele foi para uma igreja da Capela do Calvário para ouvir Dave Hunt falar:

A pessoa caminha neste grande auditório "escuro" (1500 lugares), tateando muito, como um amigo disse, “parece ser um cinema”. (E depois eu fui descobrir por este mesmo amigo que esta "igreja" tem até mesmo um posto de concessão de serviço postal.) Destacando-se na parte de trás está um completo estúdio com centro de controle de áudio/vídeo. O sistema de som/vídeo é todo "uma obra de arte.” E a plataforma "escura" (embora iluminado com refletores) é obviamente projetada para as suas bandas de rock—com baterias ajustadas com vários microfones, guitarras e monitores pretos. Não há nada em qualquer parede a indicar a pessoa que entra que esta poderia ser uma "igreja”.

Depois de se sujeitar a ouvir música rock gospel durante o tempo antes da reunião, e ver algo como uma peça teatral, um telão "promove" a vinda das atrações, o tempo de "adoração" começa com a lamúria de uma guitarra conforme uma banda de rock gospel começa a tocar. Os cantores conduzem mantras ocultistas com frases repetidas, supostamente "louvando" a Deus, com muitas pessoas se balançando e elevando as suas mãos. Quando o líder (o mesmo que tinha lamentado como a "voz de Satanás" na guitarra) então conduz a "oração", ele é tão emocionalmente forjado que passa alguns segundos "suspirando" ao microfone.

Um aparte: este é o mesmo lugar onde, alguns anos atrás quando eu estava aqui a trabalho, havia esta moça que eu falei ocasionalmente durante o café ou o almoço; não era uma cristã, não tinha nenhum interesse em assuntos espirituais, mas ela foi para a "Capela do Calvário" por que... pronto para isto? --"Eles têm uma EXCELENTE banda!”.

Depois de tal abertura, e então introduzido pelo pastor, Dave sobe a plataforma "andando como pato" (pelas recentes cirurgias no quadril), que, até este momento, estivera em oração a maior parte do tempo. A mensagem de Dave era boa, mas em muitos aspectos, fraca. De um lado, ele cita Billy Graham, enquanto expressa o "companheirismo" dele com o papa e outras figuras semelhantes, e as declarações [de Graham] que os mórmons são certos, e no próximo momento, diz que Billy Graham "prega o evangelho" e que pessoas têm sido salvas sob o ministério dele. Ou, Dave repreende Bill Bright por receber o Templeton Prize e ser co-signatário da ECT, e em outro momento refere-se a ele como "meu velho amigo... " será que esta "amizade" ainda é uma relação "atual?" [Hunt é o autor da história original sobre a qual foi baseado um filme sobre Billy Graham, e teve papel fundamental no desenvolvimento dos “Atletas em Ação”do Campus Cruzade.] Onde fica Efésios. 5:11(a) nisto, desde que ele é fiel a verso 11(b)?--"[a] E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas [b] antes, condenai-as”.

E aqui temos que lhe perguntar. --Considerando o que ele expõe e ensina, como ele ganha entrada para lugares que, pelo caráter deles, são os mesmos que ele critica e expõe? Sua resposta está na condição de que enquanto estes lugares tiverem certos laços denominacionais e "nomes", eles, na realidade, "concordam com" o que ele escreve e fala. ... que ele não recebe convites de lugares que não concordam...

Bem, enquanto Dave Hunt "pensa" que os lugares que o convidam "concordam"... e o pastor (local) deste lugar finge estar concordando... a publicação oficial ("A Posição") da literatura da "igreja" conta outra história. E este pastor local, depois que Dave tenha acabado e se sentado, continuou por um pouco de tempo adicionando seu próprio valor de "dois-centavos"; e na verdade, a mensagem muito clara que Dave a pouco tinha apresentado foi por "água abaixo".

Como detalhado antes neste relatório, se Dave Hunt fosse especificamente falar contra os falsos ensinos e práticas das igrejas da Capela do Calvário às quais ele prega, ele nunca seria convidado a voltar. Seu claro acordo nesta área faz de sua mensagem uma piada hipócrita em afirmar "batalhar pela fé."

Uma olhada no roteiro de Dave Hunt em novembro de 2002 da TBC revelou até mesmo um compromisso ainda mais chocante que os comparecimentos à Capela do Calvário. --Em 13/11/02, Hunt foi relacionado para falar à igreja de Greg Laurie (Harvest Christian Fellowship)! Greg Laurie é um autor, evangelista de cruzada, e o pastor carismático de 12000 membros da Harvest Christian Fellowship em Riverside, Califórnia. Laurie é um psicólogo ecumênico e pregador endossante do movimento não bíblico Promise Keepers (Guardiães Promessa). Laurie administra 5-6 cruzadas evangelísticas todos os anos (as Cruzadas de colheita) e levam aproximadamente 50,000 pessoas cada. O evangelho de Laurie é centrado no homem (Arminiano), um evangelho psicológico; a mensagem dele é de encontrar “um significado mais profundo na vida", com Jesus sendo o que veio "encher o vazio."

Aparentemente, isso não importa para Hunt. Nas Cruzadas de Colheita de Laurie entre 500 e 800 igrejas são envolvidas em prover várias formas de apoio. O site da Harvest declara que: "O tipo de apoio varia de apoio financeiro a prover obreiros voluntários em promover freqüência às cruzadas. Muitas denominações e associações estão envolvidas, incluindo batista, metodista, presbiteriana, Evangélicos Livres, Igreja de Cristo, Assembléia de Deus, Capelas do Calvário, e igrejas independentes". Normalmente, Vineyard e igrejas católicas também participam.


* Eu não tive nenhum prazer em fazer este exposição de Dave Hunt. Eu conheci Dave no Verão de 1988, li todos os seus livros, fui em uma excursão a Israel com Dave em 1990, fui a vários eventos em que falou e nos seus debates, e o considero um bom amigo. Até alguns anos atrás, eu tinha decidido ignorar o que eu considerei serem algumas falhas na teologia e prática de Dave, até mesmo em casos onde me convenceram que ele estava seriamente errado. Nesta cumplicidade, eu estava errado. Leitores merecem saber os fatos sobre Dave Hunt, e então discernir para si mesmos a seriedade do erro. Eu combato esse erro, que em muitos casos, é muito sério.
Rick Miesel - Biblical Discernment Ministries

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

POR QUE AS PESSOAS DEIXARAM DE MEMORIZAR A BÍBLIA


Tradução de:Why People Have Stopped Memorizing Scripture (site jesus – is – the – Lord)
Por David W. Daniels

A memorização da Bíblia é um princípio que se perdeu. E eu descobri por que. Eu passei mais de seis meses perguntando para as pessoas as seguintes questões: "Você me falaria de memória João 3:16? " "Você poderia citar a oração do Pai-Nosso? " "Você pode me dizer alguma parte ou todo o Salmo 23? "

Durante esses meses eu fiz uma descoberta surpreendente. Eu falei com pessoas de todos os tipos, de não cristãos a funcionários de livrarias cristãs que lidam com todo tipo de Bíblia imaginável. Quase todos fizeram a mesma coisa: citaram a Bíblia do Rei Tiago.

Mas muitas destas pessoas não lêem a Bíblia do Rei Tiago. Eles lêem outras versões de Bíblia. Por que então eles estão citando a Bíblia do Rei Tiago?

É um fato estabelecido: pessoas citam a última versão que eles memorizaram. Estas pessoas deixaram de memorizar quando eles trocaram suas Bíblias!


Por que eles deixaram de memorizar? A cada dois anos as modernas versões mudam. (A NVI é notória por fazer isto.) E nas igrejas, pastores regularmente trocam de versão quando pregam. Considerando que eles não têm nada claro e consistente para memorizar, eles deixam de tentar.

Mas há uma tradução que permanece a mesma: a Bíblia do Rei Tiago! E o que é mais que consistente: são as palavras preservadas de Deus (em inglês).

N.T.: O mesmo vale para os povos de língua portuguesa que usam a Almeida Corrigida Fiel.

É tão fácil de memorizar a Bíblia do Rei Tiago. Leia sua Bíblia corretamente e em voz alta a cada dia e escreva em algum local (uma folha de papel simples) seus versículos favoritos. Você começará a notar de quantas passagens você estará se lembrando. Você verá como é importante o quanto você entra na Palavra. E até mesmo o mais importante – o quanto da Palavra estará entrando em você!