segunda-feira, 22 de setembro de 2008

A GRAÇA REINANDO NA ELEIÇÃO - por Horatius Bonar


(Reprinted from "Watching and Waiting," August 1933)

“O homem vão seria sábio, entretanto ele nasceu como o filhote de um asno selvagem”. Conseqüentemente, ele acha falha a eleição, como um mero sistema de parcialidade arbitrária e favoritismo; e nos fala que se há tal coisa como a incapacidade total no homem e a soberana eleição de Deus, então o homem não é culpado se ele for um perdido. A total apostasia do homem e morte no pecado é tal que ele não pode salvar a si próprio, e a soberania de Deus, é tal que Ele salva quem Ele quer, são doutrinas excessivamente desagradáveis para o orgulho humano. Mas são Bíblicas.

Por que um ladrão foi salvo e o outro não? “Sim, ó Pai, porque assim te aprouve”. Deus não foi obrigado a salvar um, e Ele teve poder suficiente para ter salvado o outro que nem poderia se salvar. O que fez a diferença? A graça soberana de Deus.

Por que Paulo foi salvo e Judas não? Foi porque o primeiro mereceu ser salvo e o segundo perdido? Não, nenhum mereceu ser salvo. Foi porque um era um recipiente adequado para a graça de Deus e o outro não? Não, nenhum era mais adequado que o outro. Foi porque Paulo escolheu a Cristo, e Judas o rejeitou? Bem, mas como que Paulo escolheu a Cristo? Não foi porque Cristo o escolheu (primeiro)?

Por que a Judéia foi feita uma terra onde resplandeceu a luz e o Egito permaneceu na escuridão? Quem fez a diferença? Homem ou Deus? Deus foi injusto deixando para o Egito as trevas de morte enquanto Ele fez a luz para elevar Israel? O que tinha feito Israel para merecer um privilégio assim?

Por que a Inglaterra é uma terra de luz e a África é uma terra de escuridão? Quem fez a diferença? Quem enviou o evangelho para a Inglaterra e o reteve da África? Deus é injusto deixando esse continente poderoso nas mãos de Satanás, e libertando do jugo dele esta pequena ilha?

Nenhum mereceu salvação. Nenhum homem é mais justo do que outro. Deus não é obrigado a salvar ninguém. Deus poderia ter salvado todos. Contudo, Ele salvou só alguns. Ele é então injusto só salvando alguns quando Ele poderia ter salvado todos? Objetores dizem: “Oh, esses que estão perdidos, estão perdidos porque eles rejeitaram a Cristo.” Mas da mesma maneira que não fez com que todos o rejeitassem no princípio não fez o incrédulo de algum modo? Foi porque a vontade deles era essa, ou porque Deus pôs o Seu poder neles? Seguramente o segundo. Ele não pode então, colocar o Seu poder em tudo e impedir qualquer um de rejeitar o Salvador? Contudo, Ele não fez. Por quê? Porque assim parece bom à Sua vista.

É injusto Deus salvar só alguns quando todos são sentenciados a morrer igualmente? Se não, aqui não há qualquer injustiça em Sua determinação de salvar estes poucos, e deixar de salvar o resto? Eles não puderam se salvar, e era injusto Ele resolver na Sua sabedoria infinita, os salvar? Ou, era injusto Ele não resolver salvar todos? Se todos tivessem perecido não teria havido nenhuma injustiça da parte dEle. Como é possível que então pode haver injustiça em Sua resolução de salvar alguns?

Não pode haver nenhuma graça quando não houver nenhuma soberania. Negue o direito de Deus para escolher quem Ele deseja e você nega o direito dEle em salvar quem Ele quer. Negue o direito Dele para salvar quem Ele quer e você nega que a salvação seja de graça. Se salvação é feita para depender de qualquer merecimento ou aptidão no homem, vista ou prevista, a graça já não é graça.

Um das controvérsias do dia presente é com respeito a vontade de Deus - se a Sua vontade ou a do homem é a que tem o poder regulador no universo, e a causa de obtenção de salvação para as almas. A supremacia da vontade de Deus sobre pessoas individuais e eventos é interrogada. São feitas coisas para colocar o poder da vontade no homem, não em Deus. A Conversão é feita para o homem mudar, não Deus. O desejo do homem, não de Deus, é o de decidir que indivíduos entrarão no céu. A caneta do homem, e não a de Deus é que deve escrever os nomes dos salvos no Livro da Vida do Cordeiro! Muito zelo é mostrado para a liberdade de escolha do homem, pouco parece ser deixado para a liberdade de escolha de Deus. Os homens insistem que é injusto e tirânico Deus controlar as suas vontades, contudo, não vêem nada de injusto, nada de orgulhoso, nada de satânico em tentar acorrentar e dirigir a vontade de Deus. O homem parece, não pode ter o seu próprio desejo insensato satisfeito, a menos que o Deus todo-poderoso consentisse em renunciar o Seu!

Tal é como alguns dos passos da marcha do ateísmo. Tal é como as preparações que faz nestes últimos dias o astuto usurpador que quer destronar o Eterno Deus Jeová.

Homens podem chamar essas coisas de especulações. Eles podem as condenar como improdutivas. À lei e ao testemunho! De tais especulações, a Bíblia está cheia. Lá homem é um verme desamparado e salvação do início ao fim, é de Deus. A vontade de Deus, e não a do homem é a lei do universo. Se nós afirmamos crer no evangelho - se nós nos mantemos firmes na graça, se nós preservamos a honra de Jeová - nós temos que nos agarrar a estas verdades sem mãos fracas. Porque se há mais de um ser tal como o Supremo Jeová predeterminando tudo, então o universo é um caos; e se não há nenhuma tal coisa como a eleição de Deus, todo ministro de Cristo pode fechar os seus lábios, e todo pecador sobre a Terra pode se sentar em mudo desespero.
Traduzido de Providence Baptist Ministries

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

O PERIGO DE UMA BOA IGREJA

Por David J. Stewart (traduzido do site Jesus is the Lord)

“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;” João 5:39

Quão difícil para algumas pessoas imaginar é o fato do perigo de ir a uma "boa igreja". O perigo está em confiar cegamente no pastor para manter-se espiritual. É como uma seita. Jesus nunca ordenou aos seus discípulos a sentar nos primeiros bancos da igreja e escutar atentamente, embora certamente não haja nada de errado em fazer assim. Jesus nunca ordenou aos seus discípulos a buscarem a deliberação de um ministro quando eles precisaram de conselhos, mas novamente, não é necessariamente errado fazer assim.

Jesus disse...EXAMINAI AS ESCRITURAS!!!

Eu escrevi este artigo porque testemunhei pessoalmente as vidas de pessoas serem arruinadas, quando foram enganadas para que tomassem algumas decisões muito ruins (como se divorciar) por causa do conselho não bíblico de um pastor, da esposa do pastor, ou de um obreiro cristão de tempo integral. Um pastor ainda é um homem pecador, propenso a inclinação e envolvimento emocional. É tolice para qualquer um tomar uma decisão importante na vida sem consultar a Palavra de Deus relativa ao assunto. Eu ouvi numerosas pessoas tentarem justificar o divórcio delas citando que algum pastor ou ministro lhes aconselhou. Isto é pecaminoso. Nossas decisões deveriam ser fundamentadas em nossa própria interpretação das Escrituras e não no que outra pessoa pensa. Uma mulher me falou que ela se divorciou do seu marido por causa do conselho que recebeu de um rabino judeu. Isto está errado.

Jesus disse... EXAMINAI AS ESCRITURAS!!!

Muitas pessoas esperam que o pastor mantenha a sua espiritualidade. Em tais casos, quando o pastor foge com a secretária, assim fazem com o seu cristianismo. Eu conheci muitas pessoas em minha vida que deixaram a igreja e voltaram para o mundo pecador quando o pastor delas caiu em pecado. Este é o perigo de uma igreja boa. Jesus NUNCA, nenhuma uma vez, ensinou para os seus discípulos a confiar em um homem, ou uma organização como uma igreja ou seminário ou qualquer organização, a fim de manter a espiritualidade. É triste que tantas pessoas hoje estejam confiando em alguma instituição religiosa para mantê-los espiritual. Eu preguei o Evangelho de Jesus Cristo a incontáveis pessoas em minha vida, algumas que, quando confrontadas com a Palavra da Verdade de Deus diziam... "eu tenho que voltar e falar com meus anciões da igreja sobre isto."

Jesus disse... EXAMINAI AS ESCRITURAS!!!

Até mesmo a melhor igreja do mundo pode ser sua pior inimiga se ela se coloca acima da Palavra de Deus. Jesus nunca colocou ênfase na igreja como um meio de aumentar nossa fé. Eis aqui uma citação excelente do evangelista e pastor, Dwight L. Moody...

"Eu orei para ter fé, e pensei que algum dia a fé desceria e me atingiria como um raio. Mas a fé não parecia vir...

Um dia eu li no décimo capítulo de romanos, “De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” Eu fechei minha Bíblia, e rezei pela fé. “Eu abri minha Bíblia, e comecei a estudar, e a fé tem crescido desde então.” —Dwight L. Moody

O grande ganhador de almas, D.L. Moody, tinha aprendido pelo modo duro que a fé vem de examinar a Palavra de Deus. Oh, que os crentes hoje ESTUDEM e EXAMINEM as Escrituras, em vez de confiar em outro ser humano para reavivar a fé deles e os fazer espiritual. Eu conheço pessoas que vão à igreja, mas eles estão jogando só um jogo de religião e farisaísmo. Eles vivem mundanamente o resto da semana, sendo obstinados e ainda “tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela.” (2º Tm 3:5).

Nós estamos vivendo em um tempo de apostasia, quando muitas igrejas estão se tornando sinistramente silenciosas em relação ao pecado asqueroso do homossexualismo. Aborto é aceito agora em muitas de nossas igrejas, enquanto o sangue de milhões de crianças inocentes ainda clama a Deus desde a terra. Nós estamos vivendo em um tempo de heresia angustiante onde os pastores ou ensinam salvação sem arrependimento ou pervertem o significado do "se arrependa" para significar mero abandono do estilo de vida pecador da pessoa como um pré-requisito para ser salvo. Ambos estão horrivelmente errados. Nós deveríamos olhar na Bíblia e aprender o que a Bíblia tem a dizer. Romanos 3:19 claramente diz que o propósito da Lei de Deus é mostrar que os homens estão na posição de culpados diante de Deus. Arrependimento bíblico é quando nós nos colocamos nessa posição e então nos voltamos ao Senhor Jesus Cristo para perdão dos pecados e salvação.

Jesus disse... EXAMINAI AS ESCRITURAS!!!

Uma boa igreja pode ser sua pior inimiga se você negligenciar viver pela Bíblia. Davi disse que meditava nas Escrituras DIA E NOITE (Salmo 1:2). As maiorias dos cristãos professos não reservam um minuto sequer de um dia inteiro para lerem suas Bíblias, deixam de meditar dia e noite sobre o significado das Escrituras e como aplicar isto a suas vidas. Erram à custa de todas as assim chamadas revistas "cristãs", livros, artigos, programas de rádio, televisão, música, entrevistas e vídeos. E realmente, até mesmo uma igreja boa pode se tornar sua pior inimiga se você a trocar pelas Escrituras.

Jesus disse... EXAMINAI AS ESCRITURAS!!!

“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” - Romanos 10:17


segunda-feira, 15 de setembro de 2008

MÚSICA GOSPEL TRAZ GRANDES MUDANÇAS PARA AS IGREJAS

Fiz mais uma tradução do site way of life sobre a terrível influência que a música cristã contemporânea ou gospel está exercendo sobre as igrejas fundamentalistas.

Música gospel de adoração está se esparramando por todas as linhas denominacionais, e quando entra em uma igreja traz mais do que uma mudança no louvor. Traz uma filosofia mundana ao cristianismo e uma redução gradual de todos os padrões de moralidade e doutrina.
Recentemente Gordon Sears, que teve um ministério de música evangelística por muitos anos e trabalhou com Rudy Atwood, ficou profundamente triste antes da sua morte pela mudança dramática que estava acontecendo em muitas igrejas Batistas fundamentalistas. Ele advertiu: "Quando o padrão de música é abaixado, então o padrão de vestimenta também é abaixado. Quando o padrão de vestimenta é abaixado, então o padrão de conduta também é abaixado. Quando o padrão de conduta é abaixado, então o senso de valor na verdade de Deus é abaixado."
Frank Garlock, da Majesty Music adverte, "Se uma igreja começa a usar música gospel consequentemente perderá todos os outros padrões.” (Garlock, Bob Jones University Chapel, 12 de março de 2001).
Recentemente Ernest Pickering deu um aviso semelhante: "Talvez nada mais leve a uma descida para o neoevangelismo (N.T.: e obviamente para o pentecostalismo) do que a introdução de música gospel. Isto conduz inevitavelmente para uma descida gradual em outras áreas até que a igreja inteira é infiltrada por idéias e programas fora da sua posição original”.
Nós podemos ver o cumprimento destas advertências em todo lugar. Considere estes exemplos:

IGREJA BATISTA THOMAS ROAD, LYNCHBURG, VIRGÍNIA
O exemplo mais proeminente das mudanças que acompanham a adoção de música gospel é Jerry Falwell e a Igreja Batista Thomas Road de Lynchburg, Virgínia. Nos anos sessenta, música cristã tradicional era a marca distinta na sua igreja e no seu programa A Hora do Antigo Evangelho. Ele era um batista independente alinhado com a Comunhão Batista Bíblica Internacional (BBFI).
Pelos anos oitenta, Falwell tinha adotado a posição de que a “música é neutra.” Falando à Palavra da Vida em Nova Iorque, ele disse, "diferente de Metal Pesado e das letras de música vulgar, a música é para todos um assunto de gosto e não tem nada que ver com Cristianismo."
Em 1985 o nome da sua escola foi mudado de Faculdade Batista Liberdade para Universidade da Liberdade.
Nos anos oitenta, a Maioria Moral de Falwell era composta de pelo menos 30% católicos e em 1987 na sua autobiografia, Strength for the Journey (Força para a Viagem), Falwell os chamou de "meus irmãos e irmãs católicos" (pág. 371).
Em 1987, Falwell assumiu a liderança do desprezível ministério carismático PTL, enquanto reivindicava que “certamente é de valor para o Salvador”. (Strength for the Journey, pág. 442).
Em 1992, Falwell endossou o livro de Chuck Colson, The Body (O Corpo) que apela aos evangélicos a que unam forças com os católicos e carismáticos e que vejam a igreja católica romana como uma parte do "corpo de Cristo."
Em outubro de 1995, Falwell elogiou Billy Graham pelo seu “longo e fiel ministério” e não teve nenhuma palavra para advertir sobre o acordo de Graham na sua união com Roma, os elogios as blasfêmias dos modernistas, etc. Em 1997, Billy Graham foi o orador na re-inauguração da Universidade da Liberdade.
Em 1995 Falwell foi anfitrião de uma conferência dos Promise Keepers. Naquele mesmo ano um padre católico falou a um encontro de PK’s em Plainview, Texas. Um dos diretores dos PK’s era um católico romano.
Em abril de 1996 a banda de rock gospel DC Talking levou uma multidão ao campus no maior concerto da história da universidade de Falwell.
Em 1996 Falwell uniu-se a SBC (convenção batista do sul), e em 1999 a Universidade da Liberdade era formalmente aprovada como uma escola da SBC. (Falwell ainda mantém ligação com a Comunhão Batista Bíblica e participa de suas reuniões).
Em 1997 Falwell juntou-se com os carismáticos da Integrity Music para treinar os líderes de adoração na Universidade da Liberdade.
Quando o cardeal católico John O'Connor morreu em maio de 2000, Falwell o elogiou: "Eu agradeço a John O'Connor – um homem de coragem e fé – que teve influência profunda na igreja católica pelos cinqüenta e cinco anos de seu ministério. Eu rezo para que outro ministro pró-vida, pró-família possa ser achado para preencher o seu lugar.” Falwell não disse nada sobre o fato que o falso evangelho de O'Connor enviou multidões ao inferno. Quando o Apóstolo Paulo foi perguntado sobre esses que pregam um falso evangelho, a resposta dele foi bastante diferente de Falwell. Paulo respondeu, “seja anátema.” (Gl. 1:8-9).
Em 2001 Falwell se identificou como um "fundamentalista contemporâneo", definindo-se como "conservador em doutrina, moderado em atitude, progressivo em metodologia, e liberal em espírito”.
Isso soa impressionante e indubitavelmente agrada a multidão "progressiva", mas na verdade, ele é descuidado sobre doutrina (i.e., ele permitiu ensinar a teoria da evolução na Univeridade da Liberdade para obter credenciamento oficial), moderado em lugar de rígido em atitude para com a apostasia, progressivo em lugar de bíblico em metodologia, e liberal em espírito para muitos dos inimigos de Deus.

IGREJA BATISTA MARCO, CINCINNATI, OHIO
A Igreja Batista Marco em Cincinnati, Ohio, era uma igreja Batista com padrões antigos de música e vestimenta e compromissada com a velha Bíblia inglesa King James.
Nos anos noventa a igreja foi para longe de suas raízes e o coração desta mudança estava na música. Em 1996 a igreja trouxe uma banda de uma cruzada evangelística que tocava rock gospel no estilo dos anos 50 e 60.
Em 2001, Matt Holman se tornou o seu pastor. O site da igreja diz: “sendo composta de crentes firmes essa igreja deve ser alegre no limite e Matt pôs toda sua energia em fazer da Marco um lugar onde todos sejam parte dela.”
A igreja tem agora um ministério adolescente chamado EnterRuption. "O propósito do EnterRuption é criar um ambiente adequado para os jovens da igreja trazerem os seus amigos. Nós temos uma banda (que toca música secular e cristã), grupo de teatro, apresentação de peças satíricas e uma mensagem pertinente."
Eu desejo saber se a mensagem de Paulo no Areópago, no qual reprovou a idolatria dos atenienses e exigindo corajosamente arrependimento, era "pertinente"? Eu tenho uma leve suspeita que as mensagens apresentadas pelo EnterRuption não sejam exatamente como a de Atos 17 em natureza. De qualquer maneira tal mensagem não se ajusta na atmosfera engrenada para a “alegria” e envolvimento com o rock and roll.
O grupo pop Jump5 tocou na Igreja Batista Marco no dia 6/12/ 2003. "A música do grupo de Nashville é completamente moderna, animada e 100% divertida."

IGREJA BATISTA BELÉM, FAIRFAX, VIRGÍNIA
Esta igreja ilustra as mudanças que a música gospel traz. Antes esta igreja era uma igreja Batista à moda antiga que acreditava na separação e era comprometida com a Bíblia King James, mas agora essa igreja tem mudado gradualmente para uma direção contemporânea. Até que em 2002 a Comunhão Batista Bíblica Internacional celebrou em suas dependências a sua conferência com um grupo de adoração "contemporâneo" sendo conduzido por quatro mulheres.
Hoje a Igreja Batista Belém está muito longe de suas raízes no assunto de padrões. Em uma carta de 3 de julho de 2003, Pastor David Stokes disse: "Com respeito a vestimenta e modéstia, não obrigamos NENHUMA REGRA aos nossos membros. … assuntos de vestuário realmente são de NENHUMA PREOCUPAÇÃO para nós" (ênfase adicionada).
Se o pastor realmente quiz dizer o que diz, então estaria de acordo se uma professora de Escola Dominical viesse a igreja com seu biquíni! Claro que ele provavelmente não permitiria tal coisa, o que ele realmente quis dizer é que ele rejeitou os rígidos padrões bíblicos conservadores ANTIGOS e os substituiu pelos frouxos padrões mundanos NOVOS. Todas as igrejas têm normas em vestimenta, mas enquanto alguns os tiram dos princípios bíblicos, outros os tomam dos princípios do mundo. Claro que o grupo conservador é constantemente rotulado pelo grupo moderno de legalistas.
Também incitou a igreja a conduzir a derrubada da sua cláusula de ser "King James Only" e prega agora da New American Standard Version e a New Living Translation, entre outras.
Recentemente o nome da igreja foi mudado de Igreja Batista Belém para Igreja Carvalhos de Justiça.
Um dos ministérios da igreja é “Noite do Skate” que é patrocinada por grupos de skatistas. Assim a igreja é descaradamentea juntada com incrédulos em desafio aberto à Bíblia (2 Cor. 6). Uma descrição da “Noite do Skate” foi descrita por um jornal local: "NA BATIDA DO ROCK CRISTÃO: dentro do pequeno ginásio West Ox Road em Fairfax, só alguns decibéis mais alto do que o estrépido dos carros... É domingo à noite e mais de 170 adolescentes e jovens - a maioria do sexo masculino - em fila junto às paredes do ginásio de Igreja Batista Belém, esperando a hora de se lançar sobre um labirinto de rampas improvisadas e grades" (Washington Post, 4 de abril de 2001).
A igreja testemunha que está usando música rock e skate para ganhar as pessoas jovens a Cristo, mas a noite do skate e a apresentação do evangelho no site é tão fraca que fica quase sem sentido:
"Nós não estamos falando sobre religião; nós estamos falando sobre uma relação. É sobre reconhecer que você não está perfeito. Todos cometem erros. De coisas insignificantes e uso de drogas até contar uma pequena mentira inofensiva, todos necessitam de um Salvador. Ele não se preocupa como você vê as coias, que coisas ruins você fez, ou até mesmo como bom você pode pensar que você é. Ele quer que você O conheça!”
Isso não é a mensagem do evangelho que nós vemos no Novo Testamento. Não há nenhuma explicação clara do problema do pecado do homem. Não há nada sobre a santidade de Deus e Sua justiça, nada sobre o que Jesus fez para se tornar nosso Salvador, nada sobre a morte dele, sepultamento e ressurreição. Nada sobre o Seu sangue. Não há nada sobre voltar-se para Ele pelo arrependimento. E como Deus não se preocupa como boa uma pessoa poderia pensar que é, Ele faz sim, certamente. Se uma pessoa pensar em si como boa em qualquer sentido, ela não pode ser salva. Alguém poderia ser salvo pelo ministério noite do skate da Igreja Carvalhos de Justiça, mas seria salva apesar de sua apresentação do evangelho e não por causa disto.
Em um jornal da Igreja Batista Belém de 2002 há uma fotografia do novo Pastor da Mocidade da igreja, Rob Hoerr. Exibindo um cavanhaque, um brinco, e uma camiseta do P.O.D., este diretor da mocidade Batista independente está promovendo orgulhosamente o estilo de vida do rock cristão.
P.O.D. é uma banda de rock. É suposto que as iniciais signifiquem “Pagável na Morte”. Os membros da banda são cobertos de tatuagens, blafemam em entrevistas, fumam, assistem filmes indecentes, e criticam jovens "que querem se separar do mundo." O líder do grupo disse, que "Jesus foi o primeiro rebelde. Ele foi o primeiro punk rock a ir contra todo o sistema" (Sonny do P.O.D., www.shoutweb.com/interviews/pod0700.phtml).
Em outra entrevista, P.O.D. disse, "Nós não estamos distribuindo folhetos que dizem 'Adquira vida eterna ou você vai queimar no inferno" (Sonny, Guitar World Magazine, Oct 2000, p.78). Sonny diz, "eu gosto de Slayer (N.T.: banda de heavy metal declaradamente satânica). Eu gosto de Manson. Eu gosto desse tipo de música e desta imagem sombria" (2001, entrevista com Theresa McKeon da Shoutweb intitulada "P.O.D. Os Elementos Fundamentais do Deus Rock"). Ele está falando sobre o roqueiro anticristão Marilyn Manson. O guitarrista do P.O.D. Marcos diz, "Você sabe, todo mundo é livre para o rock---. Quando nós vamos ao palco nós enlouquecemos. Nós ficamos como quatro sujeitos que você deveria pôr em um sanatório" (entrevista com Hwee Hwee Tan of Singapore, October 2002).
Esse é o exemplo que você quer que seus jovens sigam queridos pais cristãos? Eu exprimo minha aflição sobre esses diretores de mocidade mundanos que estão conduzindo os jovens em tais caminhos, e aflição até desses pastores que designam tais diretores da mocidade!
Assim nós podemos ver que aquela Igreja Batista Belém foi para longe do caminho de suas raízes como uma conservadora igreja Batista fundamentalista, e a música está mesmo no coração das mudanças.

IGREJA BATISTA TEMPLO DE DETROIT, MICHIGAN
Outro exemplo é a Igreja Batista Templo de Detroit, Michigan. Esta igreja era pastoreada por J. Frank Norris de 1935 a 1950 e por G. Beauchamp Vick de 1950 a 1975. No passado, era a igreja mais proeminente na Comunhão Batista Bíblica Internacional (BBFI). Vick era um dos fundadores da BBFI e em 1950 era o presidente da Faculdade Batista Bíblica. Era uma igreja batista fundamentalista conservadora que evitou o ecumenismo, tinha forte ênfase na pregação da doutrina bíblica e promoveu santificação na vida e separação do mundo. Também usou somente a Bíblia King James. Pregando em 1975 no 25º aniversário de fundação da BBFI, G.B. Vick disse:
"Tem se tornado moda usar muitas versões diferentes da Bíblia hoje. ... Escutem! Esta King James, nossa Bíblia inglesa, a Bíblia de nossos pais e mães, é a que veio flutuando até nós no sangue dos mártires cristãos, nossos antepassados. Foi, eu digo, o texto da Faculdade Batista Bíblica, e será, contanto que eu ainda tenha qualquer coisa que ver com esta escola! [amens alto e aplauso]... aderimos ao Livro Antigo."
Naqueles dias a Igreja Batista Templo era do Livro antigo e dos caminhos antigos, mas isso mudou nos anos noventa.
Em 1990 a igreja adquiriu um novo pastor, um jovem chamdo Brad Powell, que começou a conduzir a igreja para uma direção contemporânea.
É descrita a música da igreja hoje em seu site: "As BANDAS DE LOUVOR provêem música para todos os serviços. As BANDAS DE LOUVOR consistem de piano, sintetizador, violão acústico e elétrico, baixo, violão e tambores."
A igreja começou a ter concertos de música gospel no começo dos anos 90, começando com grupos de rock “suave”. Por exemplo, setembro de 1993, eles tiveram Steve Camp. Em outubro de 96, foi a vez de Michael Card que é radicalmente ecumênico e que trabalha com John Michael Talbot, que é católico romano (reza a Maria) e reivindicando que os distintivos denominacionais não são importantes.
Em fevereiro 2000 a Igreja Batista Templo mudou seu nome para Igreja Northridge de Plymouth, Michigan, depois de fazer uma pesquisa na comunidade e descobrir que a maioria das pessoas não gosta do nome batista.
O estilo de música dos grupos gospel na Igreja de Northridge tem ficado cada vez mais sofrível. Em setembro de 2003, a igreja foi anfitriã de Sonic Flood, e Charlie Hall foi programado para estar lá em outubro. No mesmo mês, a igreja foi anfitriã de Darlene Zschech, que promove ecumenismo e doutrinas não bíblicas e práticas carismáticas.

IGREJA BATISTA SOUTHSIDE, GREENVILLE, CAROLINA SUL
Considere o exemplo Igreja Batista de Southside, Greenville, Carolina do Sul. Esta igreja foi fundada em setembro de 1946. De 1965 a 1996 era pastored por Walt Handford. A sua esposa Elizabeth, é um das filhas do famoso evangelista John R. Rice, fundador da Sword of the Lord. Foi por muito tempo associada com a Southwide Baptist Fellowship. Era uma igreja de batista fundamentalista conservadora até os anos noventa.
Elizabeth Rice Handford é a consultora editorial da revista Mulher Jovial que nos anos noventa começou a dar ênfase a personalidades ecumênicas como James Dobson e Elisabeth Elliot, ambos têm conexões íntimas com a igreja católica.
Em setembro de 1993, a igreja foi anfitriã de Ray Boltz para um concerto de música gospel.
Em 1993, a Southside deixou a Bíblia King James em favor da NVI. Em defesa deste movimento, o orador da Southside no sermão na noite de domingo de 12 de setembro de 1993, era Kenneth Barker, presidente do comitê de tradução da Nova Versão Internacional.
Em 1994 a igreja teve um membro que também estava à serviço do extremamente ecumênico Campus Cruzade for Christ. Em uma entrevista na revista Charisma em 2001, o fundador do Campus Cruzade, Bill Bright descreveu a sua filosofia: "Eu senti que Deus me levou muitos anos atrás a construir pontes. Eu sou um presbiteriano. . . e ainda trabalho com todo mundo que ama a Jesus, se eles são carismáticos ou católicos, ortodoxos ou de qualquer linha . ... Eu não sou um evangélico. Eu não sou um fundamentalista."
Em 1996, Charles Boyd se tornou o pastor da Southside. Ele é diplomado pelo Seminário Teológico de Dallas e pelo Seminário Teológico Gordon-Conwell, ambos são Neo Evangélicos.
A Igreja Batista Southside mudou seu nome recentemente para Comunhão de Southside.

ESSAS SOMENTE SÃO MUDANÇAS DE ESTILO OU ELAS SÃO DOUTRINÁRIAS?
É bom que estas igrejas estejam mudando os seus nomes, porque certamente eles estão mudando a sua filosofia de cristianismo. Em cada caso, eles professam que não mudaram nada importante. Brad Powell de Northridge (antigamente Templo Batista de Detroit) reivindicou isso seguindo o guru de crescimento de igreja Bill Hybels de Willowcreek, ele não mudou nada de significação. Para esses que têm olhos para ver, não há subterfúgio. Se a Igreja Batista Templo era certa e bíblica em seus dias passados, a Igreja de Northridge está errada hoje, e se Igreja de Northridge é certa e bíblica hoje, o Templo Batista antigo estava errado. A doutrina, prática e filosofia da igreja antiga e a nova não são compatíveis. Para o crente na Bíblia, a escolha entre a filosofia de crescimento da igreja contemporânea e a filosofia fundamentalista tradicional antiga não é "ambos ", é "cada um."
Os pastores que seguem os princípios de crescimento da igreja contemporânea reivindicam que elas não mudaram em nenhuma doutrina, só no estilo. Isso simplesmente não é verdade. Muitas das denominadas mudanças de "estilo" são doutrinárias. Permitir que os membros da igreja se vistam imodestamente como o mundo sem qualquer reprovação ou correção é um assunto doutrinário. Tomar emprestado a música que o mundo usa para o prazer sexual e incorporar essa mesma música no programa da igreja é um assunto doutrinário. Reivindicar que tal música é neutra é um assunto doutrinário. Estar sob um jugo desigual e ecumênico com carismáticos é um assunto doutrinário.
Dizer que a pregação deve ser focalizada no positivo é um assunto doutrinário. Tirar Mateus 7:1 e Romanos 14:4 de seu contexto para aprovar um ensino de “não julgar” doutrinariamente para ter aproximação sem controvérsia com ministérios heréticos é um assunto doutrinário. Usar a comunidade para planejar a política da igreja é um assunto doutrinário. Adotar uma filosofia neoevangélica é um assunto doutrinário.
Quando uma igreja muda seu “estilo” nessas áreas, passa por uma mudança doutrinária radical; e o orgulho contínuo frente aos que pensam o contrário é mero barulho sem significado e somente engana os cegos obstinados.
Essa é uma pequena dúvida que J. Frank Norris e G. Beauchamp Vick considerariam no atual “estilo” nos assuntos doutrinários na Northridge.

CONCLUSÃO
Acreditamos que Gordon Sears tinha razão quando ele disse: "Quando o padrão de música é abaixado, então o padrão de vestimenta também é abaixado. Quando o padrão de vestimenta é abaixado, então o padrão de conduta também é abaixado. Quando o padrão de conduta é abaixado, então o senso de valor na verdade de Deus é abaixado."
E Frank Garlock está correto quando observa, "Se uma igreja começa a usar música gospel consequentemente perderá todos os outros padrões.” (Garlock, Bob Jones University Chapel, 12 de março de 2001).
Uma palavra para essa situação é suficiente. "Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?” (1 Cor. 5:6; Gal. 5:6).

sábado, 13 de setembro de 2008

COMO A MÚSICA MUNDANA ESTÁ ENTRANDO NAS IGREJAS?



O texto abaixo é uma tradução adaptada de How does worldly music come into the churches de autoria de David Cloud do site way of life.

Estou convencido que a música gospel é uma das coisas mais perigosas que estão tomando conta de igrejas batistas fundamentalistas e outras igrejas de crentes na Bíblia. É um dos cavalos de Tróia mais efetivos do movimento ecumênico. Considere a declaração seguinte que foi feita por um pastor com discernimento há quase 20 anos atrás:
"Há agora uma nova forma de modernismo e apostasia que está rastejando sorrateiramente em nossas igrejas e visa destruir o seu testemunho bíblico. ESTA SITUAÇÃO NÃO SURGIU NA FORMA DE PREGAR OU ENSINAR, MAS ATRAVÉS DA PRODUÇÃO CARNAL DO PROGRAMA MUSICAL DE MUITAS IGREJAS. Muito das canções ouvidas hoje em dia por coros e especiais na igreja é conhecido como gospel ou como rock suave (N.T.: ou em estilo pop) e apoiado freqüentemente com som de música gravada que poderia ser apresentado por um grupo “dance” ou de discoteca num canto de um cabaré. A triste verdade é que a maioria destas novas músicas, pop rock, com estilo de música fora dos padrões foi concebida no inferno, incubado entre a multidão carismática, e impresso nas suas editoras. Bons batistas fundamentalistas e outros como eles que refugam os ensinos da multidão carismática relativo a línguas, sinais, milagres e de maneira pública estão agora cantando a música deles em nossas igrejas e preparando nossos membros para o mundo, a carne e o diabo. É UM NOVO CAVALO DE TRÓIA DO MODERNISMO PARA ENFRAQUECER NOSSAS IGREJAS EM RELAÇÃO À VERDADE ESPIRITUAL" (Victor Sears, Baptist Bible Tribune , 1981).
Considere uma advertência semelhante de outro líder Batista:
"TALVEZ NADA PRECIPITE A UM DESLIZAMENTO PARA O NEOEVANGELICALISMO (N.T.: e obviamente para o pentecostalismo) DO QUE A INTRODUÇÃO DA MÚSICA GOSPEL. Os pastores de grandes igrejas nos informam que não podemos esperar atrair as massas com a música de igreja antiga, antiquada. Nós temos que mudar nosso estilo para pegar a atenção do descrente. São criados freqüentemente serviços para minimizar o desconforto sentido pelo incrédulo de forma que ele ou ela possa começar a aceitar o cristianismo como que afirmando uma influência. Pessoas deveriam deixar igrejas que a si mesmas se dizem boas , é dito, em vez de ser chamado ao auto-exame, arrependimento sincero, e fé em Deus. Um dos modos principais de fazer uma igreja mais “contemporânea” é introduzir música gospel o qual há uma grande quantidade disponível. ISTO CONDUZ INEVITAVELMENTE PARA UM DESLIZAMENTO GRADUAL EM OUTRAS ÁREAS ATÉ QUE A IGREJA INTEIRA É INFILTRADA POR IDÉIAS E PROGRAMAS ESTRANHOS A SUA POSIÇÃO ORIGINAL" (Ernest Pickering, The Tragedy of Compromise: The Origin and Impact of the New Evangelicalism, Bob Jones University Press 1994).
Igrejas que negligenciam o assunto de música fazem assim para o seu próprio detrimento espiritual. Note quatro modos que este tipo de música está entrando em congregações de crentes na Bíblia:


1. POR DESSENSIBILIZAÇÃO: O membro comum de igreja hoje é inundado com música rock e está sendo inundado em toda ou a na maior parte de sua vida. Desde os anos cinqüenta, o rock penetrou na sociedade ocidental. A música rock está incorporada em praticamente todas as rádios e programas de televisão e em todos os filmes de Hollywood. Vocifera de alto-falantes em atividades tão diversas quanto lojas de roupas a postos de gasolina. Música rock está nos centros comerciais e em restaurantes. Música rock é uma parte integrante de praticamente todo evento esportivo profissional. Pessoas se tornam tão dessensibilizadas por causa do rock que eles nem mesmo reconhecem que a música "cristã" que eles estão escutando é música rock.


2. POR ESCUTAR PRIVADAMENTE: Música gospel está penetrando em círculos cristãos hoje, e até mesmo em igrejas que não a apóiam, por que muitos dos membros escutam estas músicas nas suas vidas diárias. Eu acho que não é incomum para membros de igrejas de crentes na Bíblia escutarem Petra, Carman, Gaithers, Keith Green, Steven Curtis Chapman, John Michael Talbot, Michael Card, e muitos outros grupos gospel. A maioria das livrarias cristãs simplesmente não disponibiliza música espiritual, e não é fácil para os membros de igreja obter boa música. A menos que uma igreja eduque continuamente e advirta seus membros a estabelecer o padrão correto nas vidas de seus líderes e obreiros e fazer boa música, a música gospel fará invasões constantes na congregação. Como mais e mais pessoas escutam música gospel nas suas vidas privadas, há pressão crescente para introduzir esse tipo de música junto as atividades da igreja.


3. PELOS ESPECIAIS: Música gospel está entrando entre os batistas fundamentalistas e outros grupos fundamentalistas de igrejas de crentes na Bíblia pelos especiais. Primeiro isso acontece quando há uma escolha pobre da música por parte desses que executam o especial. Não é incomum achar membros de igreja que cantam músicas gospel populares em especiais em igrejas que são contra ela. Eu testemunhei isso em várias ocasiões quando viajei para pregar. Em uma igreja uma senhora cantou uma música que foi escrita por um pentecostal que nega a Trindade. Em outra igreja foi apresentada uma canção que foi escrita pelo pastor pentecostal da igreja Quadrangular Jack Hayford e é sobre a doutrina não bíblica da autoridade do reino pentecostal. A música gospel também está entrando nas igrejas por faixas de fundo usadas durante os especiais. Estas faixas freqüentemente usam tambores e guitarra elétrica para produzir um fundo rock. Não é incomum que a música dessas faixas é executada por músicos profissionais que nem mesmo professam serem cristãos ou pela mesma multidão ecumênico-carismática que produz a popular música gospel.


4. MÚSICA GOSPEL ESTÁ ENTRANDO NAS CASAS DE CRENTES E NAS IGREJAS PELA MÚSICA “CRISTÃ INFANTIL”:

A vasta maioria da música cristã para crianças é sincopada e jazzística. A advertência seguinte é muito oportuna e importante: "Se você cria sua criança em aparentemente inocente, mas mundano ritmo eles terão definitivamente um desejo para a música gospel quando eles se tornarem adolescentes. Você não poderá dizer, Oh, agora que você é mais velho deixe-me ensinar que a boa música está em toda a parte. Será muito tarde. Você precisa lhes dar um padrão de excelência e espiritualidade nos primeiros anos deles.” (David G. Parker, Música em Nossa Cultura Contemporânea, 1997).

terça-feira, 9 de setembro de 2008

VERDADE ABSOLUTA VS. VERDADE RELATIVA



A arte do humanismo no mundo de hoje
(Traduzido do site Let us Reason)

“Cada pessoa e cultura desenvolveu a sua própria definição do que é certo ou errado”. Essa teoria é moralmente inaceitável porque implica que um ato pode ser certo para alguém até mesmo se for cruel, odioso ou prejudicial. Cultura ou uma preferência pessoal não dita o que é certo ou errado. Tampouco religião pode, para cada área pode ter sua própria religião que descendeu de gerações anteriores. Deve haver um padrão maior, um que está mais correto e mais seguro para vivermos. Caso contrário somos levados a inventar nossas próprias opiniões que mudarão com o tempo por causa de nossa cultura.

A definição da verdade Relativa - Verdade é verdade em uma única vez e em um único lugar. É verdade para algumas pessoas e não para outras. É verdade hoje mas pode não ter sido verdade no passado e pode não ser novamente no futuro, sempre está sujeito a mudança. Também está sujeito à perspectiva das pessoas.

A definição de verdade Absoluta - Tudo quanto é verdade uma vez e em um lugar é verdade todo o tempo e em todos os lugares. O que é verdade para uma pessoa é verdade para todas as pessoas. Verdade é verdade se nós acreditamos nela ou não. Verdade é descoberta ou é revelada, não é inventado por uma cultura ou por homens religiosos.

Há absolutos, toda realidade prova isso. O que achamos é que a visão cristã do mundo é a mais consistente com realidade. Há verdade e há falsidade e as pessoas podem não saber se estão erradas a menos que tenham um padrão. Deus acredita na verdade objetiva porque Ele é esse padrão. A diferença é que como cristãos acreditamos que Deus determina o que é verdade e certo no que Ele instruiu na Bíblia. Esses que se apegam à posição relativa acreditam que o homem é capaz de fazer sua mudança como ele bem desejar.

Exemplo de verdade absoluta - todos precisam de ar para respirar, para viver todos precisam de comida e água. Isto é verdade em todos os lugares em todas às vezes para todas as pessoas. Gravidade atua de igual maneira em todos os lugares neste planeta.

Exemplo: a pessoa não pode estar seca e molhada ao mesmo tempo. Algo não pode ser verdade e mentira ao mesmo tempo, um deve ser falso ou verdadeiro, mas ambos não podem ser verdadeiros. A pessoa não pode ir adiante e para trás ao mesmo tempo. A pessoa não pode viver ao mesmo tempo no passado e no futuro. O tempo avança e não pode retroceder. Ninguém pode ficar mais jovem em vez de mais velho. Você não pode estar entre dois montes sem ter um vale. Você não pode estar ao mesmo tempo adormecido e acordado.

Exemplo: George Washington foi o primeiro presidente dos EUA, mas hoje ele não é. Ele foi o primeiro presidente do EUA era verdade durante todo o tempo para todas as pessoas em todos os lugares. Nunca estar em um lugar a qualquer momento não é verdade. Ele nunca pode ser o 20º presidente. Assim é uma verdade absoluta, mas durante o tempo dele.

Acreditando em algo que não é verdade

O que é verdade para uma pessoa é verdade para todas as pessoas - se as pessoas de antigamente acreditassem que a terra era plana seria verdade em todos os tempos e em todos os lugares. Nunca será falso que o homem antigo acreditou que a terra era plana. Pode não ser verdade que a terra é plana, mas é verdade que eles acreditaram nisto. Assim esta é a verdade no tempo deles, mas isso não é uma descrição de verdade absoluta. Se um só acredita é então verdade que eles não estão fazendo uma reivindicação da verdade. Declarações de convicção não são declarações de verdade, a pessoa está declarando a sua convicção simplesmente. Como se alguém dissesse que eu posso voar. Para você essa convicção pode ser verdade, mas não a própria declaração. Verdade é uma convicção justificável. Precisa ser provado pelo menos logicamente e concordar com a realidade.

Um exemplo religioso: Deus não pode existir e não existir ao mesmo tempo. Uma destas visões somente é a verdade, porque nós estamos lidando com a realidade. Elas são contraditórias e o mundo deveria ser consistente com a realidade.

Relativismo não pode ser verdade - reivindicações do relativismo dependem de qual ponto de vista o observador está. Se sua posição é à direita ou à esquerda essa se torna a perspectiva do espectador. A pessoa poderia dizer que um evento não aconteceu do ponto de vista dela enquanto outros a experimentaram.

Se relativismo fosse verdade então o universo poderia conter atualmente condições contraditórias e verdadeiras que são impossíveis. Opostos não podem ser ambos verdadeiros e negam as leis de não contradição. Esta lei é inegável, você pode não usá-la usando externamente e você pode negar externamente usando-a, assim é literalmente inegável. Contradições não podem ser ao mesmo tempo verdades assim a visão relativa é falsa. Ex. Se relativismo é verdade, para um ateu não existe Deus, mas para um crente Ele existe. Opostos não podem ser ambos a verdade. Se relativismo é verdade então nada poderia ser verdade. Por quê? Para alguém não poder reivindicar que é uma verdade absoluta, que algo é só verdade relativa para ele. Isto é como uma declaração do tipo: eu tenho absolutamente certeza de que tudo é relativo. Então tudo não é relativo se ele tiver absolutamente certeza. Mas se tudo é relativo para cada pessoa, para esse, e aquele, infinitamente, então não há verdade em tudo e todo mundo está acreditando em falsidade. Se relativismo fosse verdade você nunca pode estar equivocado ou errado ou aprenderia qualquer coisa. Porque é verdade para mim naquele momento e pode não ser em outro, por meu próprio padrão até mesmo se eu estou errado é verdadeiro. Você só pode descobrir o erro se algo for verdade. O último padrão de medida tem que ser a verdade.

O problema mentiroso na raiz do relativismo é dizer que não há nenhuma verdade absoluta.

Exemplo: 2 + 2 = 4. Mas se alguém lhe falasse que era 5, e 2 +2 sempre é igual a 4, alguém vem e diz agora 5. Você pode mudar isto, mas não seria consistente com a verdade e a realidade. Para algo ser verdade deve ser verdade antes, tem que ser verdade agora, e tem que ser verdade no futuro. A verdade não muda. Porque é absoluta, especialmente quando vem de Deus. Se você aprendeu 2 + 2 a sua vida inteira, 5 faz é capaz de virar verdade? Ou foi você que ensinou falsamente. Para alguém aprender de você deve ser verdade, absoluta ou todo o ensino é uma farsa. Você estaria aprendendo e não viria ao conhecimento da verdade (I Tm 3:7) Assim se você levasse 10 anos de aprendizado na faculdade e ao fim voltasse aonde começou não progrediria. Porque o que você soube quando começou era um estado de ignorância nos assuntos a qual você ia ser ensinado, em 10 anos você não progrediu na busca pelo aprender.

O filósofo grego Protagoras disse que o "homem é a medida de todas as coisas." Isto significa cada pessoa pode decidir próprio padrão para o certo e errado. O que é moralmente certo para mim, pode estar errado para outro. Esta é a essência de relativismo.

Isto significa que crueldade e ódio podem ser certos para alguém praticar. Se a sociedade praticasse isso nós iríamos nos auto destruir. Nossa cultura tem valores de comunidade que são compartilhados para proteger dos danos de outros.

Se toda a verdade é relativa você se sente seguro em deixar seu filho brincar com um pedófilo desde que isso seja a sua verdade. Você permitiria alguém que faz sacrifícios humanos ajudar sua família? Obviamente a verdade relativa às vezes pode ser prejudicial.

Como descobrimos se o que nós acreditamos é relativo ou absoluto?

Há padrões que todos usam diariamente em ciência e matemática. Calculamos lançamentos de foguetes ao espaço usando matemática. Na construção civil medimos o material, assim se ajustará de acordo com a planta que define o que está sendo construído. Tudo isso se transfere para idiomas e culturas diferentes, mas nós compartilhamos isso como algo universal. Estas não são verdades absolutas desde que as podemos mudar e ainda podemos compartilhar as mesmas medidas, mas eles são um padrão que todos operamos. Mas há outras leis que se violadas tem conseqüências drásticas. Não importa seu país ou que raça você é ou que religião você prática, se você cai de um edifício você baterá no chão mesmo. Assim, a gravidade é um princípio universal para homem. O mesmo seria a pressão nas profundezas do mar. Se você se abaixa rápido ou em demasia você se encurva. Estas são leis naturais que respeitamos ou caso contrário podemos ver resultados drásticos. A natureza não pode ser mudada, como a matemática é inalteravelmente aderida as leis porque a natureza foi feita pelo Criador.

Nós não podemos testar a verdade pelos nossos sentimentos. Você não pode sentir o erro, mas você pode usar sua mente para pensar a verdade. Você não pode distinguir bem e mal por seus sentimentos porque o mal (pecado) se acha bom.

Verdade não é o oposto de falsidade é a ausência de falsidade. O mal não é só o oposto do bem, é a ausência do bem. Decidir que algo é mau significa que a pessoa tem que ter um padrão de verdade. Se é a Bíblia ou o seu próprio eles estão vivendo por algum padrão.

Nossa sociedade pensa que é capaz de decidir o que é bom. O humanismo está tentando fazer o que é certo sem colocar Deus na equação. O humanista não precisa de religião porque ele confia que o coração do homem é basicamente bom. Embora o humanismo como um "ismo" compartilhe muitos valores práticos comuns com o Cristianismo (a ética?), porém, o conceito humanístico de "bem" está em curso de colisão com a visão de Jesus de "bem." O padrão humanista de bondade deve ser bastante baixo para a pessoa comum poder conhecer essas exigências consistentemente. O padrão de bondade de Deus é a perfeição. Isto é por que um humanista tem que fazer o seu próprio padrão, caso contrário ele não poderá encontrá-lo. É claro que pode fazer mudanças como um capricho. Embora o humanismo possa fazer o mundo melhorar em alguns aspectos seus padrões ainda são relativos à cultura e tempo. Por exemplo: muitas coisas que eram determinadas no passado como curas para doenças seriam rejeitadas hoje como prejudiciais. Mas na ocasião estava com boas intenções. Assim, o humanismo não tem nenhuma cura para o mal nem pode explicá-lo. Cristo que é Deus e o supremo bem é a única resposta.

"Enganoso é o coração, (incurável). (Jer. 17:9). Deus o criador é o único capaz de concertar o que está quebrado no homem. Precisamos de um toque divino do grande médico. O seu remédio é universal para restaurar nossa alienação de Deus e nos limpar de toda a culpa. Deus deu para o gênero humano o sangue de Cristo como a cura para remover o problema inato do pecado. Nenhuma outra religião reivindica resolver o fator do pecado porque eles não acreditam que ele existe, isto inclui o humanismo. O remédio deles é educação e ética. Eu não acredito que esta seja a resposta, algumas das pessoas mais depravadas no mundo são bem educados, com Ph.D.s. Se a pessoa educar um ladrão, você só aumenta a capacidade dele para roubar, educação não é a solução. Nenhum de nós pode fazer um pecador ver qualquer melhora com soluções vindas do homem. Nós não precisamos de um disfarce para nossa queda, mas nos descobrir para ver nosso pecado que nos separa de Deus.

Quando vemos nossa doença nos desesperamos a ponto de buscar a limpeza do pecado. Então estamos abertos à verdade que é achada em um só lugar.

O que Jesus faz é do exterior para o interior, o que o homem faz é do interior para o exterior do qual nunca pode afetar nossa natureza caída. O humanismo como religião nos dá regras e regulamentos para viver, só Jesus reforma o interior.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

PASTORES ANCIÃOS NAS IGREJAS DO NOVO TESTAMENTO





Fiz uma tradução de um estudo do bom site Way of Life sobre os anciões das igrejas da era apostólica:



O seguinte enxerto é proveniente de Thomas Armitage “Uma História dos Batistas” (Londres: Bryan, Taylor & Co., 1890)
Os pastores ou guias das igrejas apostólicas eram conhecidos como PRESBÍTEROS, OU ANCIÕES, de presbuteros; e como bispos, ou supervisores, de episkopos. Este fato devia estar em sua própria ordem de
Tempo no Novo Testamento; se tiramos isso fora de seu contexto histórico e lançamos para trás ou adiante em outro século, perderá seu valor distintivo. O decano Alford diz, com clara verdade cronológica: "Naqueles dias esses títulos surgiam fora da realidade e não eram classificações meramente hierárquicas." Em questão tal como essa, a cronologia é a lógica mais robusta. Então, devemos considerar e restringir esses títulos ao sentido primitivo deles, bem como definindo o ofício que eles representam. Eles são completamente sinônimos no Novo Testamento e a natureza do ofício que eles representam será tirado do significado reconhecido que possuem.

Pastores apareceram em todas essas igrejas logo depois de sua organização, e os cristãos hebreus os chamaram presbíteros (anciões) enquanto as igrejas gentílicas os chamaram bispos (supervisores), os termos são permutáveis. Os líderes ou administradores das sinagogas eram chamados presbíteros, mas eles não eram protótipos dos presbíteros cristãos e quase nada havia em comum entre os dois. A sinagoga não pode em nenhum sentido se tornar o exemplo da Igreja Cristã para a qual foi constituída para um diferente
propósito, e demandou uma forma mais livre e mais independente e em harmonia com o caráter do ensino gracioso de Cristo.

Cada um sabia qual grupo se referia a Igreja Cristã quando seus "anciões" falavam sobre isso.
Mas os gentios que não estavam familiarizados com a peculiaridade dos títulos judeus e suas instituições, não puderam ser tão receptivos a um conhecimento deste ofício espiritual pelo uso da palavra, quando estabelecido isoladamente e não explicado.
A eles, o termo ancião expressava idade, mas pouco de aptidão ou grau.
Outro termo estava em uso entre os gregos que exatamente expressava os deveres do presbítero cristão, era a palavra episkopos, supervisor. Para eles era puramente um nome civil e secular que era usado em associações privadas, ou em nível municipal e na área da magistratura. Os superintendentes de finanças, de trabalhadores, os supervisores de produção e de negócios públicos geralmente eram designados por este termo. Na realidade, todas as pessoas que tinham chefia de negócios, públicos ou privados, eram conhecidos como bispos. Por essa razão a mesma classe de homens em que eram conhecidos como anciãos nas igrejas judaico-cristãs eram chamado de bispos, ou supervisores nas igrejas gentílicas.

Os deveres dos bispos-anciões era alimentar e administrar o rebanho de Cristo como pastores, orientando, instruindo e vigiando. Paulo usa a palavra bispo primeiro em Mileto, quando ele encarrega os presbíteros da Igreja de Eféso a dar atenção ao rebanho sobre o qual o Espírito Santo tinha lhes posto como bispos. Aqui os dois nomes estão usados intercambiavelmente como descritivo da mesma coisa. Neste ponto
Neander observa:

“Que o nome era também de episcopus completamente sinônimo com o de presbítero, é claramente coletado das passagens da Bíblia onde são trocados ambos os títulos (Atos 20; compare verso 17 com verso 28; Tito 1:6-7), como também desses onde a menção do ofício de diácono segue imediatamente depois desse de 'episcopos', de forma que uma terceira classe de oficiais não pôde estar entre os dois. Fil. 1:1; I Tim. 3:1-8. Este intercâmbio dos dois títulos são uma prova da total concordância entre eles.” [Hist. Christian Religion, sec. ii, 1]

Sobre o tipo de administração que estes bispos exercitavam, era somente executiva, e com a finalidade de edificação moral, em submissão a verdade que eles ensinavam, e não para o exercício de domínio. Assim longe de ser um exercício de poder pessoal, eles eram responsáveis para com a igreja local para a qual eles serviam por sua conduta como mordomos. Neander diz novamente: "Eles não eram destinados a serem como monarcas com poderes ilimitados, mas administradores e guias em uma república eclesiástica e administrar todas as coisa em conjunção com a igreja reunida, não como mestres, mas como servos dos quais eles desempenhavam o ofício." [Hist. Religião Cristã, i, pág., 193]

A congregação tendo primeiramente os tomados das classes comuns por sua própria ação democrática, como Atenas investiu seus oficiais com poderes administrativos antigamente, eles eram responsáveis pelo corpo que os criou para o exercício dos seus poderes.

Todo tipo de falsas pretensões estavam sendo dadas sobre a palavra "bispo", daquelas usadas pelos escritores do Novo Testamento. Mas Fil 1:1; Atos 20:17; e Tiago 5:14, partiram do fato que haviam vários bispos na mesma congregação, uma idéia que não se harmoniza com a suposição que um bispo tenha proeminência sobre um ancião, ou até mesmo um corpo de anciões. Então, I Pe 5:1-2, solenemente encarrega o "ancião" a usar bem as suas funções de epíscopo. Até mesmo mais tarde, na época de Jerônimo, em 331-370 D.C, esta unidade de ofício geralmente foi admitida nas igrejas, porque ele diz: "O ancião é idêntico ao bispo, e antes essas partes tinham se multiplicado assim sob influência diabólica, as igrejas eram governadas(significando cada igreja) por um conselho de anciões."

Nem eram os tão chamados "poderes" de Timóteo e Tito em qualquer sentido desses clérigos modernos. Eles somente tinham as funções de evangelistas missionários. Estes homens santos foram enviados para estabelecer igrejas fracas já plantadas, e organizar novas, como a mesma classe de homens que hoje trabalham sem autoridade eclesiástica. Tampouco Tiago assumiu autoridade depois em Jerusalém na forma de um moderno bispo diocesano. Ele atingiu maior influência do que outros pastores simplesmente por sua total consagração a Deus e pela alimentação de seu rebanho, como pastor santo sobre aquela única congregação. Em associação com os da mesma categoria de anciãos daquele corpo, eles sagradamente vigiaram seus interesses como uma fraternidade. Perseguições estavam incessantemente atingindo essa e outras igrejas e era uma das coisas que faziam essa pluralidade de anciões na mesma congregação necessária. O primeiro ataque geralmente era apontado aos anciões, como os cabeças oficiais dessas comunidades. Alguns deles eram humilhados, outros obrigados a fugir por causa de ameaças as suas vidas, e as melhores igrejas estavam com seus grupos destruídos especialmente em cidades grandes, mesmo assim eles tinham o dever de ministrar quando e onde podiam. Quando os anciões se encontravam para as reuniões, em tempo de paz ou em perseguição, alguém tinha que presidir as reuniões; e quem assim fazia, simplesmente agia como semelhante aos seus irmãos, sem autoridade sobre eles, enquanto ele era um bispo, cada um dos seus irmãos era o mesmo. Deste modo Tiago fez em Jerusalém, nem mais nem menos.

Novamente, o que era conhecido como o presbitério nas Igrejas Apostólicas não era composto de um corpo de anciões, ou pastores vindos de várias igrejas locais para um tipo de "presbitério da Bíblia", como Dr. Carson diz, "é o presbitério, ou pluralidade de anciões em uma congregação particular." [Answer to Ewing, p. 382]

Não há absolutamente nada no Novo Testamento que dê margem a esses que regem uma igreja exercer qualquer autoridade sobre outra; e mais, nenhuma igreja é mencionada como tendo, mas um bispo ou ancião. Estes não tiveram nenhum poder fora da sua própria congregação, e nenhuma distinção existe entre os anciões pastorais e anciões governantes.

Dr. George Campbell e Neander mostraram claramente que os anciões em uma igreja eram todos administradores, para a liberdade, edificação, e proveito do corpo, e que nenhuma classe ou distinção existiam entre eles. Tinham sido duas classes, as suas qualificações tinham diferido com os seus deveres e assim eles teriam sido designados por nomes diferentes.

Nenhum ancião é dito que não era administrador, que não eram pastores, mas todos os pastores eram conhecidos como anciões. Lemos de "todos os anciões em Jerusalém", de "anciões de cada igreja" (não um ancião, singular); como em Derbe, Listra, Antioquia, e outros lugares. Em Listra, Paulo se encontrou com Timóteo, e provavelmente foi lá que "as mãos do presbitério" foram postas nele. Não as mãos de presbíteros de várias igrejas locais; mas, no idioma de Dr. Samuel Davidson: "Os anciões estavam estabelecidos em uma única igreja congregacional." [Cong. Lectures, 1848]

A frase, "o presbitério", como a frase, "o advogado", "o estadista", na classificação de homens significava cada presbitério na classificação do corpo de anciões nas várias igrejas. Carson, diz, que a palavra denota: "Um certo tipo de pluralidade de anciões. Representa declarada associação. Uma acidental ou ocasional reunião dos anciões de várias igrejas seria um encontro dos anciões, não do presbitério. A palavra denota ambos, a pluralidade e a união. O senado nem mesmo é uma pluralidade de senadores. . . . É admitido conceder este tipo de expressão, que é definido como um bem conhecido corpo de homens que agem em associação. Como não há nenhuma associação entre os anciões de diferente igrejas, deve ser os anciões de uma igreja em particular." [Ans. for Ewing.]

Mas acima de todas as presunções absurdas, está a que faz o bispo dos tempos modernos o sucessor dos apóstolos. Quando eles morreram não designaram ninguém para ocupar os seus lugares, pois seu ofício era peculiar e estava conectado somente com o plantar igrejas apoiando os ensinos de Cristo e suas exigências; a missão deles estava sendo confirmada pelos dons especiais do Espírito Santo. Tudo isso era indispensável para o padrão de fé e prática que estava sendo estabelecido nos livros inspirados; eles mesmos, por hora, ocuparam o lugar desses escritos, como os instrumentos escolhidos do Espírito. Então, eles eram os únicos guias autorizados para as igrejas, por quem a vontade de Cristo era comunicada. Pelas suas línguas e penas o Espírito deu suas direções e decisões, e eles são agora exatamente o que as igrejas de sua época os reconheceram; o Novo Testamento provido no lugar deles como o canal pelo qual o Espírito agora fala com as Igrejas.

Esses que insinuam um episcopado diocesano nas igrejas do Novo Testamento pensam que acham lugar seguro na frase "anjo da igreja" (angelos) que simplesmente é um mensageiro. Em Mat. 11:10, o próprio Jeová chama João Batista, "meu anjo", (o mensageiro), e em troca, João os chama os seus próprios mensageiros a Cristo de "anjos" (Lc 7:18-24). Mas eram estes protótipos dos modernos prelados? Até mesmo o espinho na carne de Paulo é chamado por ele de um "anjo, mensageiro de Satanás" (2 Cor. 12:7). Assim, as sete cartas para as igrejas em Ap. 2-3, insinuam que os anjos das igrejas era alguma pessoa enviada de cada uma delas em uma missão temporária, e escolhido pela própria igreja para aquela missão. Cada uma das igrejas tinha seu mensageiro separado; só não havia um anjo para as sete, depois da instauração do moderno episcopado. Tal causa deve ser difícil de impor, deitar mãos violentas nesta parte do Apocalipse em defesa de tal inovação.

Patmos onde o apóstolo João escreveu este livro, não era longe das sete igrejas da Ásia, e era natural que o prisioneiro santo deveria pedir a cada uma delas para enviar algum mensageiro fiel que deveria receber dele pessoalmente a mensagem que ele teve de Cristo para enviar a eles separadamente. O apóstolo Paulo enviou as suas epístolas para as igrejas da mesma maneira e cada mensageiro que os levou era então capaz de provar que elas não eram falsificações. E, agora, esses eram os únicos meios ao alcance de João para enviar as revelações de Cristo para as igrejas, através de mãos confiáveis. É surpreendente então, que Jesus deveria instruir o seu servo preso escrever a mensagem para uma igreja e confiá-la para estes mensageiros individuais? A confiança que o Salvador depositou neles os designou serem chamados "sete estrelas", cada suporte de luz para cada uma das sete igrejas do qual eles eram "representavam sete lâmpadas" estabelecidas para iluminação ao redor dele. Estas igrejas não estavam privadas de luz necessária porque João era um prisioneiro. Mas Jesus provou a eles por estas sete epístolas, que Ele ainda os segurava como estrelas na sua destra e não tinha mudado sete vezes o seu cuidado para um episcopado, mas manteve para cada um deles uma mensagem separada, para ser trazido a eles por sete mensageiros fiéis, como sete congregações separadas que apesar das suas faltas ainda eram queridas para o Deus soberano.